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Resenha: Trono de Vidro, de Sarah J. Maas

Autora; Sarah J. Maas
Páginas: 392
Editora: Galera Records
Gênero: Fantasia

Sinopse: Trono de Vidro - Depois de cumprir um ano de trabalhos forçados nas minas de sal de Endovier por seus crimes, Celaena Sardothien, 18 anos, é arrastada diante do príncipe. Príncipe Dorian lhe oferece a liberdade sob uma condição: ela deve atuar como seu campeão em um concurso para encontrar o novo assassino real. Seus adversários são ladrões e assassinos, guerreiros de todo o império, cada um patrocinado por um membro do conselho do rei. Se ela vencer seus adversários em uma série de etapas eliminatórias servirá no reino durante três anos e em seguida terá sua liberdade concedida.
Celaena acha suas sessões de treinamento com o capitão da guarda Westfall desafiadoras e exaustivas. Mas ela está entediada com a vida da corte. As coisas ficam um pouco mais interessantes quando o príncipe começa a mostrar interesse por ela... Mas é o rude capitão Westfall que parece entendê-la melhor.
Então um dos outros concorrentes aparece morto rapidamente seguido por outros... Pode Celaena descobrir quem é o assassino antes que ela se torne a nova vítima? A medida que a investigação da jovem assassina se desenrola a busca por respostas a leva descobrir um destino maior do que ela jamais poderia ter imaginado.

Celeana Sadorthien é a assassina mais famosa do reino de Adarlan, porém, há um ano foi pega - ou talvez traída? - e está nas Minas de Sal de Endovier - um campo de trabalho escravo - superando as expectativas de todos, já que as pessoas normalmente não aguentam mais de um mês nas minas. E logo no inicio do livro vemos que Celeana recebe uma visita inesperada, do príncipe herdeiro Dorian Havillard. O príncipe faz uma proposta a Celeana, que ela seja sua campeã no concurso que o rei está fazendo, para escolher o melhor assassino do reino, que no final trabalhará para o rei. 

Celeana, vendo que essa seria sua única oportunidade para ter sua liberdade de volta, aceita. Com uma condição: após quatro anos de serviços ao rei, teria sua liberdade permanente. Dorian aceita e assim Celeana vai com o príncipe para a capital de Adarlan, Forte da Fenda


Conforme a competição começa, e vamos conhecendo mais dos outros participantes, ficamos sabendo mais sobre esse o reino, e sobre como a magia foi proibida pelo rei de Adarlan. É, magia. Trono de Vidro é um livro de fantasia, e temos várias elementos mágicos. Descobrimos que o rei de Adarlan proibiu e matou há dez anos todos os seres com magia, os feéricos, bruxas, curandeiros etc, e também tomou a força vários outros reinos do continente de Erilea.




E não pensem que não há romance no livro! Celeana acaba se aproximando muito do príncipe Dorian, e também, do Capitão da Guarda, Chaol Westfall.  #TEAMCHAOLFOREVER

Sim, há um triângulo amoroso! Mas, calma, se vocês estão pensando que é mais um daqueles triângulos horrorosos, estão BEM ERRADOS! Acho que nunca gostei tanto de um triângulo amoroso, mas nesse livro, nossa, a autora soube fazê-lo de um forma magnifica, e como devem ter percebido, já escolhi um lado! :D 


Também temos vários mistérios e perguntas para serem respondidas ao longo do livro. Competidores são assassinados e ninguém consegue descobrir quem os está matando. Celeana, com medo de ser a próxima vítima, começa a investigar, e também acaba recebendo uma "missão" de descobrir um mau que está no castelo.

E assim se vai se desenrolando a história.. Uma melhores fantasias que já li! <3


Minha Opinião


Trono de Vidro é um livro sensacional! Tanto pela história, pelos personagens, pela escrita maravilhosa da autora.. Enfim, só tenho elogios sobre ele!

Celeana é uma das melhores protagonistas EVERRR!!! Ela se mostra uma pessoa muito dura por tudo que já passou, mas isso só a torna uma das protagonistas mais badass que já vi! - ou melhor, li!

O romance realmente foi uma das coisas que mais gostei, e fiquei muito feliz pois a autora soube desenvolvê-lo muito bem. 

E esse mundo, nossa, apesar de só ficarmos na capital durante todo o livro, já percebemos quanto esse continente, com tantos reinos e tanta história para contar, é complexo. E agora que já li o livro de contos da série, A Lâmina da Assassina, posso afirmar para vocês que o outros lugares de Erilea são incríveis!

Acho que já deu para perceber que eu amei o livro né? Haha

Então é claro que recomendo a todos a leitura, principalmente para quem ainda não leu um livro de fantasia, tenho certeza que Trono de Vidro será um ótimo livro para te inserir-lo nesse gênero :) 


Espero que tenham gostado da resenha, até a próxima!

Resenha: Objetos Cortantes, de Gillian Flynn

Oi pessoas, tudo bem com vocês?

Mais uma resenha hoje! ;)

Autora: Gillian Flynn
Páginas: 254
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance policial\Thriller

Sinopse: Objetos Cortantes - Uma narrativa tensa e cheia de reviravoltas. Um livro viciante, assombroso e inesquecível. Recém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestígio em Chicago, Camille Preaker, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida.

Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã, praticamente uma desconhecida. Mas, sem recursos para se hospedar na cidade, é obrigada a ficar na casa da família e lidar com todas as reminiscências de seu passado. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a fim de aprofundar as investigações e elaborar sua matéria, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão macabros quanto as cicatrizes sob suas roupas.


Camille Preaker se considera uma jornalista "meia boca" de um jornal que quase ninguém lê em Chicago, o Daily Post. E então ela recebe a tarefa de investigar o desaparecimento de uma garotinha nessa cidade do interior do Missouri, chamada Wind Gap. Só que na verdade Wind Gap é a cidade natal de Camille e lá ela passou por várias coisas que a fazem não querer voltar. Porém, seu editor, Curry, vê esse desaparecimento como uma grande matéria para o jornal, sendo que meses antes, nessa mesma cidade, houve um assassinato de uma garotinha, que teve seus dentes arrancados.

Pois é, coisas estranhas andam acontecendo nessa cidadezinha.


Camille acaba por ir e lá fica na casa de sua mãe, com quem não se comunicava muito, pois ambas nunca foram próximas. Sua família sempre foi um pouco problemática. 


Durante a leitura vamos sabendo mais sobre Camille e descobrimos que ela teve problemas de automutilação e já ficou internada. Ela ainda sofre com isso, e lendo seus pensamentos, na maioria pensamentos angustiantes, tornou a leitura um pouco pesada - para mim, pelo menos.

“Em inglês a depressão é chamada de blues, mas eu ficaria feliz em despertar para um mundo azulado. Para mim a depressão é amarelo-urina. Quilômetros exaustos de mijo fraco.” Pág. 68 

Além disso, também tem o fato de sua relação com a família ser complicada, ainda mais com a meia-irmã, Amma, que se mostra uma pessoa dentro de casa, e do lado de fora, outra completamente diferente. É uma garota bem dissimulada. 

E é claro, as investigações.. O livro é curto, mas a autora soube desenvolver toda a história de uma forma impressionante. Ficamos sempre querendo saber mais sobre os segredos da cidade e das pessoas. E claro, sobre os crimes que ocorram. O tempo todo pensava que qualquer um poderia ser o assassino, e no final, me surpreendi bastante. 

Minha Opinião


Como já disse, é um livro pesado, para mim foi, mas mesmo gostei da leitura, dos personagens. Fazia tempo que queria ler algo dessa autora, e pensei em ler Garota Exemplar primeiro, mas acabei lendo o primeiro livro dela,

Uma das coisas que mais me chamou atenção, foi o relacionamento entre Adora - mãe de Camille - e a filha. Camille se mostra ser o que é hoje, uma pessoa com vários problemas psicológicos e sociais, graças ao descaso da mãe. As duas tiveram um relacionamento conturbado.. E em falar em conturbado, deus, essa Adora é uma pessoa.. Nossa, não posso dar spoilers, só posso dizer que ela também tem sérios problemas.  

Enfim, se você aí é uma pessoa curiosa, com certeza vai ser sugado para esse livro. Um thriller intrigante. 

“Só acho que algumas mulheres não nascem para ser mães. E algumas mulheres não nascem para ser filhas.” Pág. 117

Nota: 4 estrelas

Resenha: O Sol é para todos, de Harper Lee

Olá! Mais uma resenha pessoal.. Eu sei, tá ficando chato isso, né? Sempre resenhas – preciso diversificar – mas não dava, realmente não dava, para ficar sem falar sobre esse livro.


Autora: Harper Lee
Páginas: 315
Editora: Abril
Gênero: Romance 

O Sol é para todos – do original To Kill a Mockingbird –  nos leva a vida de Scout – ou melhor, Jean Louise Finch – , uma menina de 6 anos, que vive em Maycomb County, no sul do Alabama. Um lugar onde todos se conhecem, e sabem tudo da vida uns dos outros. O livro é divido em duas partes, e na primeira parte do livro vemos mais sobre a infância de Scout com seu irmão mais velho, Jem. E claro, com seu amigo Dill.  E tenho que dizer, o que mais gostei, sem dúvida, foi a “implicância”, digamos, de Scout com seu vizinho um tanto misterioso, Boo Radley rsrs – que acabar por se tornar alguém muito importante durante a história.

E bom, o pai de Scout é advogado. E um advogado bem respeitado na cidadezinha, porém, acaba recebendo um caso bem complicado.  Um caso sobre estrupo. Um estrupo de uma mulher branca, vítima de um “preto”.


Cena de Scout com o pai, Atticus.

Harper Lee trata sim, de vários assuntos nesse seu “filho único”, e um deles é o preconceito, o racismo. Lembrando a todos, que o Alabama era um dos estados mais racistas dos Estados Unidos – naquela época, nos anos 30 – e com esse caso em suas costas, e sendo um homem respeitável e honesto, Atticus Finch sabe – e nós acabamos por saber também – que Tom Robinson não tinha como ter violentada a moça. Mas, é claro, que por ser a defesa de um homem “preto” a vida de Atticus e seus filhos fica um tanto complicada.

Ao longo da segunda parte do livro vamos vendo a luta de Atticus para provar que Tom é inocente. E aí, vemos o que acontece quando um inocente se depara com pessoas más. Temos o julgamento e o desenrolar do caso de Tom.


 
Cena do julgamento de Tom Robinson..

O livro também teve uma adaptação em 1962, com os atores Gregory Peck como nosso incrível advogado Atticus, Mary Badham como Scout  e Phillip Alford como Jem. Queria muito ler o livro antes de assistir o filme, por isso ainda não assisti - ainda! ;)

Minha Opinião

O que mais me deixou fascinada enquanto lia, foi a narração e escrita da autora. O livro é narrado em primeira pessoa pela Scout, e ter a visão de uma criança em meio a tudo o que se desenrolava foi incrível. O livro se passa em um período de três anos, Scout começa a narrar com seis anos e termina nove anos. Nesse tempo, vamos vendo sua revolta para com tudo que está acontecendo, tanto com o seu pai, que sofre represálias por estar defendendo Tom – Atticus chega a quase ser linchado pelos moradores – tanto com Tom.

E também, as crianças acabam percebendo a maldade em sua comunidade, e não entendem porque as pessoas agem dessa forma.

“As barbaridades sempre aconteceram, sempre irão acontecer – e só as crianças parecem chorar com isso”   Atticus Finch

O livro foi eleito pelo Librarian Journal como o mais importante do século XX. E além disso, O Sol é para todos é leitura obrigatória nas escolas dos Estados Unidos.

É um livro... Maravilhoso. Simples e perfeito. Não sei mais o que deveria falar sobre esse livro sem dar spoilers.

Amei o livro de paixão, adorei todos os personagens, cada um ou te cativa de uma forma, ou te faz realmente odiá-lo – porque as pessoas nessa cidadezinha são bem assim, ou você gosta de alguém, ou o odeia.

QUOTES

“Quando crescer, todos os dias você verá brancos ludibriando negros, mas deixe-me dizer uma coisa, e nunca se esqueça disso: sempre que um branco trata um negro desta forma, não importa quem seja ele, o seu grau de riqueza ou a linhagem de sua família, esse homem branco é lixo.”

“Pela própria natureza da profissão, todo advogado enfrenta pelo menos uma vez na vida um caso que o afeta pessoalmente.”

“Antes de poder viver com os outros, eu tenho de viver comigo mesmo. A consciência de um indivíduo não deve subordinar-se à lei da maioria.”

“Deus significa amar aos outros como a gente ama a gente.”

“Só existe um tipo de gente: gente.”

Nota: 5 estrelas\Favoritado

Resenha: Passarinha, de Kathryn Erskine

Acho que devia postar outras coisas do que resenhas repetidamente.. Mas o que o posso fazer se só estou lendo livros incríveis ultimamente? rsrs ;)

Autora: Kathryn Erskine
Páginas: 224
Editora: Valentina

Sinopse: Passarinha - No mundo de Caitlin tudo é preto ou branco. As coisas são boas ou más. Qualquer coisa no meio do caminho é confuso. Essa é a máxima que o irmão mais velho de Caitlin sempre repetiu. Mas agora Devon está morto e o pai não está ajudando em nada. Caitlin quer acabar com isso, mas como uma menina de onze anos de idade, com síndrome de Asperger ela não sabe como. Quando ela lê a definição de encerramento ela percebe que é o que ela precisa. Em sua busca por ele, Caitlin descobre que nem tudo é preto ou branco, o mundo está cheio de cores, confuso e bonito.


Passarinha vai nos contar a história de Caitlin, uma menina de 10 anos que tem Síndrome de Aspenger - Síndrome de Asperger (SA), também conhecida como Transtorno de Asperger ou simplesmente Asperger é um transtorno neurobiologico, e também uma condição psicológica do espectro autista caracterizada por dificuldades significativas na interação social e comunicação não-verbal, além de padrões de comportamento repetitivos e interesses restritos. Difere de outros transtornos do espectro autista pelo desenvolvimento típico da linguagem e cognição. (Wikipédia) que faz com que ela não reconheça bem as emoções, entenda tudo literalmente etc - e Caitlin acaba de passar por uma grande tragédia. Seu irmão mais velho, Devon, foi assassinado na escola, por um aluno que resolveu chegar na escola com uma arma e sair atirando em pessoas inocentes ;S

Caitlin e seu pai estão muito abalados, a mãe de Caitlin morreu quando ela era bem pequena, e agora, seu pai está muito perdido. Tanto que Caitlin praticamente só pode contar com sua orientadora na escola, a Sra. Brook.


Com a ajuda da Sra. Brook, Caitlin acaba percebendo que o que ela e seu pai realmente precisam é de um desfecho. Ou melhor dizendo, sua definição: O ato de dar um fim a; uma conclusão. Caitlin quer isso, e depois de um tempo, acaba descobrindo o que fazer. Ela quer terminar o armário que Devon estava fazendo, para o seu projeto de se tornar Escoteiro Águia.

E com isso, nesse processo de terminar esse desfecho, vamos vendo muito sobre Caitlin e sobre sua síndrome. Uma das coisas que mais gostei. A forma como é tratada, a forma como Caitlin pensa; suas ações, seu jeito - que acaba por afastar os colegas de classe – e nossa, ainda é difícil para mim descrever isso. Então leiam alguns dos meus quotes preferidos do livro :)
"Eu gosto das coisas em preto e branco. Preto e branco é mais fácil de entender. Cor demais confunde a cabeça da gente."
 "Livros não são como pessoas, livros são seguros."

É, acho que por isso já dá para ter uma noção de como a cabeça de Caitlin funciona.
Uma das maiores lições do livro é aprender a lidar com pessoas que agem de formas diferentes, porque entendendo, podemos ajudar e compreende-los.




Outra foto que me fez gostar bastante do livro, foi suas referências ao livro O Sol é para todos - em inglês To Kill a Mockingbird - um clássico dos Estados Unidos - que ainda não li, mas já está na minha lista de próximas leituras! :)

Minha Opinião

Além de tudo o que já disse ali em cima, acho que a coisa mais impressionante foi o amadurecimento que vemos em Caitlin durante a leitura. Ela vai de uma garota que não tem nenhum amigo, não gosta de se aproximar das pessoas, para uma que tenta ajudar, e que tenta dar o melhor de si para ter amigos. O que é uma enorme coisa.

Gente, foi um livro incrível. Sem mais. Um livro triste, doloroso, mas lindo.

Nota: 5 estrelas/ Favoritado

Resenha: The Kiss of Deception, de Mary E. Prson

Nem acredito que finalmente terminei esse livro e vim fazer a resenha para vocês...



Autora: Mary E. Person
Páginas: 492
Editora: Henry Holt and Co.
Nível de inglês: Intermediário

The Kiss of Deception nos leva ao mundo de Lia. Ou melhor, a princesa Arabella Celestine Idris Jezelia, que é a primeira filha de um reino chamado Morrighan. Lia está as vésperas de seu casamento com um outro Príncipe de reino próximo, mas não fique aí pensando que isso é uma grande história de amor entre os dois. Não é. Na verdade, esse casamento servirá para fazer uma aliança entre os dois reinos, ou seja, é um baita de um arranjo.

E claro, Lia não quer isso. Não quer se casar sem amor, por isso, e por outros motivos, acaba fugindo na véspera do casamento com sua amiga - e criada, Pauline.

As duas vão para uma cidadezinha chamada Terrivan e lá começam a trabalhar como serventes em uma taverna. Mas como nem tudo são flores, o príncipe que iria se casar com Lia, ficou muito curioso a respeito dela - os dois não se conheciam pessoalmente, mais uma razão pela qual Lia fugiu, não tinha ideia de como ele era - e então resolve ir atrás de Lia.

E, ao mesmo tempo, um outro reino rival, chamado Venda, manda um assassino atrás de Lia. Pois matar Lia seria de grande feito para eles.

Mas vocês devem estar pensando.. "Aah, então isso vai se tornar mais um triângulo amoroso sem graça!"  e de certa forma, estão certos, porém tem outro detalhe. No livro temos capítulos do assassino e do príncipe, mas não sabemos quem é quem. É, isso mesmo. Enquanto vemos dois rapazes super lindos chegando na taverna e se aproximando de Lia, não sabemos quem é o príncipe e quem é o assassino!

Eu, pessoalmente, fiquei muito chateada, pois tinha um palpite de quem era quem e nossa, estava totalmente errada! rsrs

~~~

Metade do livro passamos vendo o dia a dia de Lia, o quanto ela vai se aproximando dos garotos, e para dizer a verdade, essa foi a parte que menos gostei. Quer dizer, não foi chato, mas achei bem arrastado.

Mas tudo fica muito melhor na outra metade do livro! Tipo, muito melhor mesmo! Temos uma grande mudança de cenário, ficamos sabendo mais sobre esse mundo e a autora fez uma grande mitologia - que eu ainda não entendi completamente, mas espero que seja mais explorada no segundo livro -  bem misteriosa que nos instigava pensar e tentar imaginar como todo esse mundo foi criado.

E claro, tem a questão do "presente" que todas as Primeiras Filhas tem que ter - e que Lia deveria ter, mas não tem, outra razão pela qual fugiu. Eu fiquei meio chateada até a metade do livro, porque esse questão foi totalmente esquecida, mas graças á deus - e a autora, é claro - sabemos um pouco mais sobre isso no final.

Minha Opinião

Então.. O romance. Como já disse, a primeira parte de The Kiss of Deception é bem arrastada. Foi nesse parte que todo o romance foi sendo construído e sinceramente, eu gostei, mas nem tanto quanto pensei que gostaria.

Mas isso não quer dizer que não tenha sido um livro ótimo. A outra metade do livro compensa muita coisa, mesmo! O bastante para me fazer querer ler o próximo! :)

Acho que não comentei ali em cima, mas esse livro tem um mundo bem medieval - dãã - e tem toda uma questão meio mágica também, fato que gostei bastante, acho que nunca li um livro assim - não que me lembre pelo menos! rsrs

E pessoal, infelizmente, The Kiss of Deception não tem previsão de lançamento por aqui, e nem sei se alguma editora já comprou os direitos de publicação.

Enfim, espero que tenham gostado desse resenha, e assim que alguma notícia sobre o livro ser lançado aqui no Brasil sair, farei um post avisando ;)

Nota: 4 estrelas\Favoritado

Resenha: Red Queen, de Victoria Aveyard

Olá! Tudo bem com vocês?

Hoje trago mais uma resenha e dessa vez uma super mega hiper especial. Do primeiro livro que li em inglês! (e que já foi lançado aqui no Brasil a algumas semanas)


Estou falando de Red Queen da autora Victoria Aveyard.


Autora: Victoria Aveyard
Páginas: 400
Editora: Harper Teen
Nível de inglês: Intermediário

Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.


Red Queen é um livro diatópico/fantasia - meio difícil de enquadrá-lo em um categoria - que nos leva a um mundo no futuro onde as pessoas são divididas pelo sangue. Há os de sangue Prata, que são a elite. Os poderosos, ricos, reis. Os que governam. E os de sangue Vermelho. Que são os que mais sofrem, são os serventes, os empregados, os que vão para a guerra.

Os Prata são ainda mais poderosos por terem habilidades, poderes, quase como deuses. E são milhares. Desde controle da mente, fogo, água, terra e vários outros tipos - vários mesmo - e então chegamos a nossa protagonista, Mare Barrow.

Mare é uma Vermelha, que tenta ajudar a família fazendo a única coisa que sabe: roubar. Com a proximidade de seu aniversário de dezoito anos chega a eminente ida para o exército, já que Mare não tem um trabalho, sua ida é certa.



Logo no começo somos apresentados a família de Mare e seus irmãos: Gisa - que é a mais jovem e aprendiz de costureira - e os irmãos de Mare, Bree, Shade e Tramy - estão todos na guerra.

A guerra entre o país de Norta e Lakelanders já vem acontecendo a décadas. Na linha frente os Vermelhos lutam - e morrem. Pois nenhum lado vence.

A força de Mare para encontrar uma saída duplica quando Kilorn, seu melhor amigo, acaba de saber que seu instrutor morreu e que terá que ir para guerra - já que não tem mais um trabalho.

Entre idas e vindas Mare acaba indo parar no palácio, trabalhando como servente em uma cerimônia que escolherá a esposa do Príncipe que se tornará o rei. Nessa cerimônia Mare acaba descobrindo que tem poder. Por causa desse poder, o rei faz Mare ser dada como um princesa perdida, filha de um importante Prata que morreu na guerra.

Com isso, Mare para na boca dos leões. Ao mesmo tempo tendo que se passar por uma princesa Prata, e ajudar a Scarlet Guard - nada mais, nada menos que um grupo de Vermelhos lutando para conseguir a igualdade, e uma vida melhor - Mare também terá que se resolver entre dois príncipes lutando pelo seu amor.

Minha Opinião

Como disse lá em cima, esse foi o primeiro livro que li totalmente em inglês - tô tão feliz \o/ - e parece que o livro me escolheu, me apaixonei pela história e pelos personagens logo de cara!

Red Queen é um dos melhores livros que já li até agora! Logo em seu primeiro livro a autora conseguiu construir um mundo inteiro de modo incrível e bem explicado.

Há quem diga que o livro é uma mistura de Guerra dos Tronos com A Seleção.. Pode ser que tenham razão! Tem um mundo com muita, mais muito corrupção e um triângulo amoroso - um triângulo amoroso OK, não é uma coisa que estraga o livro.

Outra coisa que amei nesse livro foi as habilidades dos Pratas. Os poderes são bem descritos, e adorei! Com o passar da leitura vamos entendendo mais desse mundo, e vamos nos indignando tanto quanto Mare com a desigualdade entre os Vermelhos e os Pratas.

Os príncipes.. Bom, Cal com certeza é meu queridinho. Depois de terminada a leitura do livro, deus, não tenho palavras para dizer o quanto fiquei CHOCADA com o final. Para mim foi realmente inesperado.

A Mare é uma personagem muito forte, com muita vontade de ajudar os Vermelhos e eu gostei muito dela.  Me lembrou bastante a Katniss ;)

E enfim, um dos melhores que já li, sem sombra de dúvida. Fazia tempo que um livro não me surpreendia tanto.

Recomendadíssimo!


Nota: 5 estrelas/Favoritado

Resenha: A Herdeira, de Kiera Cass

Oláá pessoal! Sentiram minha falta?? :)

Sim, eu sei que naquele aviso disse que provavelmente ficaria algumas semanas sem postar no blog, mas adivinhem? A minha internet ainda está de pé - PORÉM há uma possibilidade de eu ficar sem internet, mas ainda não está nada confirmando - e graças a isso, voltei hoje para postar a tão aguardada resenha do novo livro da Kiera Cass, A Herdeira.


MAS, ANTES DE LER A RESENHA, UM AVISO: SE VOCÊ NÃO LEU TODA A TRILOGIA A SELEÇÃO, NÃO CONTINUE, CONTÉM SPOILERS DO ÚLTIMO LIVRO!

Autora: Kiera Cass
Páginas: 390
Editora: Seguinte
Gênero: YA

Sinopse:A Herdeira - Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.



Vinte anos se passaram desde o final de A Escolha, Maxon e America tiveram quatro filhos: Eadlyn, Ahren (irmão gêmeo de Eadlyn), Kaden e Osten. Eadlyn nasceu sete minutos antes que Ahren, e por isso, herdou o trono. Será a rainha um dia.

E ela está muito bem com esse fato, Eadlyn é muito independente, forte, se acha capaz de governar. E principalmente, sabe que não precisa de um homem para isso.

Porém, depois que Maxon virou o rei, ele aos poucos tirou o sistema de castas, e junto disso, também aboliu a Seleção. Mas agora, as pessoas ainda tem problemas com as castas, não conseguem empregos por causa delas e coisas assim. Há rebeldes que querem o fim da monarquia em Illéa. E Maxon acaba vendo a Seleção como uma forma de fazer as pessoas felizes enquanto ele pensa em algo para resolver esse problema.

Mas Eadlyn, como a garota teimosa que é, não quer ser parte disso. Ela não quer fazer a Seleção, mas Eadlyn também sabe que tem que ajudar o pai de alguma forma, então aceita, com algumas condições. Se algum dos rapazes quiser ir embora, ele poderá ir sem problemas, e se no final da Seleção ela não se apaixonar por nenhum deles, não se casará. Maxon aceita os termos da filha, e assim a Seleção tem inicio.



No decorrer do livro vamos sabendo mais sobre nossos personagens favoritos da primeira trilogia, tais como Marlee e Aspen, que aparecem bastante. Marlee mora no palácio e teve dois filhos, Josie e Kile. Eadlyn não os suporta, acha Josie uma invejosa, porque sempre rouba suas tiaras - como se ela já não tivesse umas 30 aff - e acha Kile um nerd sem educação. Porém, no dia de selecionar os garotos Eadlyn teve uma grande surpresa, Kile foi o um dos selecionados! haha 

Também vamos vendo mais de America e Maxon, eles continuam apaixonados mesmo depois de vários anos, o que é incrível! ;)

E também, vamos sabendo mais sobre os irmãos da Eadlyn, Ahren, Kaden e Osten. Claro que Ahren ganhou um espacinho especial no meu coração. Pena ele ser comprometido! rsrs

Conforme a Seleção vai passando escolhemos nossos candidatos preferidos, e gente, para quem já leu ou não, digo logo que sou Team Kile! 


Minha Opinião

A coisa que mais me irritou no livro foi a Eadlyn. Tudo bem, ela é uma princesa e tals. Mas ela é MUITO mimada! Isso me irritou demais! O tempo todo parecia que ela já era a rainha, pensando que todos deveriam se portar de maneira adequada e tudo mais. Irritante. Sem mais.

Se tivesse que escolher, os selecionados que mais gostei são Kile e Henri. Apesar de ter aquele problema do Henri não falar a mesma língua, eu achei ele muito fofo! E o Kile, adorei ele! <3

E genteee. o que foi aquele final? Quando terminei fiquei tipo: "Isso é brincadeira, né?" 

Não acredito que terei que esperar mais um ano para o próximo livro!

Em um todo, adorei a leitura. A escrita é fluída e quase impossível de parar, fato em todos os livros da Kiera. Só não dei cinco estrelas para o livro por causa da Eadlyn, gente, ela realmente me irritou!


Nota: 4 estrelas

Resenha: A Transformação de Raven, de Sylvain Reynard

Autor(a): Sylvain Reynard
Páginas: 448
Editora: Arqueiro
Gênero: Sobrenatural\Romance Adulto

A transformação de Raven - Florença, o berço do Renascimento. Um lugar culturalmente fervilhante, perfeito para quem quer esconder segredos ou está em busca de uma segunda chance. Como a doce Raven, que se muda para a cidade na tentativa de esquecer os traumas do passado e se dedicar à sua maior paixão: a restauração de pinturas renascentistas.

Um dia, voltando para casa do trabalho na Galleria degli Uffizi, sua vida muda para sempre. Ao tentar evitar o espancamento de um sem-teto, Raven é atacada. Sua morte parece iminente, mas seus agressores são impedidos e brutalmente assassinados. Assustada e prestes a perder os sentidos, ela só consegue vislumbrar uma figura sombria que sussurra: Cassita vulneratus.

Ao despertar, Raven faz duas descobertas perturbadoras: uma semana se passou desde o ocorrido e ela se transformou por completo. Quando volta ao trabalho, mais uma surpresa: alguém conseguiu burlar o sofisticado sistema de segurança da galeria e roubar a inestimável coleção de ilustrações de Botticelli sobre A divina comédia.

Em busca da verdade, Raven cairá diretamente nos braços do Príncipe de Florença – tão belo quanto poderoso, tão sedutor quanto maligno –, que lhe apresentará um submundo de seres perigosos e vingativos, cujas leis ela precisa aprender depressa se quiser se manter viva e salvar os que a cercam.

A transformação de Raven marca o início da série Noites em Florença, cujos personagens foram apresentados em O príncipe das sombras.



A Transformação de Raven foi um dos melhores livros que eu li nesse mês de abril, e também um dos que eu li mais rápido - apesar de ter mais de 400 páginas, li em pouco mais de dois dias!

Vamos ao enredo!

Raven é uma restauradora de artes, que trabalha na Galleria degli Uffizi, em Florença, Itália. Uma bela noite, Raven volta para casa depois de uma festa com amigos, e se depara com um morador de rua, Ângelo, sendo espancado por vários homens. Ela conhece Ângelo, pois sempre vê ele e quase sempre o ajuda com algum dinheiro ou comida. E isso a faz ter coragem de tentar ajudá-lo.

Porém, os homens acabam se voltando contra ela, e por muito pouco não a violentaram. E esse por muito pouco significa que um "anjo" salvador aparece, ajudando Raven.  Esse "anjo", não é ninguém mais, ninguém menos que o Príncipe, ele a leva para sua casa, cuida de Raven. E uma semana depois Raven acorda em sua casa não lembrando de nada do que aconteceu, só sabe que alguma coisa aconteceu, pois ela se vê totalmente diferente - fisicamente falando. 

No livro Raven é retratado como uma mulher um pouco acima do peso, ela sofreu um acidente quando jovem - um acidente que não sabemos como aconteceu, só que há mais coisas envolvendo esse assunto, e que por trás de sua mudança a Florença, esconde-se um passado que ela quer esconder  - e possui uma deficiência na perna, que a faz andar com uma bengala, e ela não pode fazer exercícios, por isso acabou ficando "gordinha" - apesar de que para mim, nunca achei que ela fosse realmente gorda, só que não usava roupas que a valorizassem.

Voltando...!

Raven acorda no seu apartamento e se vê muito mudada, está magra, com o cabelo brilhoso, com uma pele perfeita, consegue enxergar sem seus óculos e adivinhem? Com a perna curada! 

"Sabia como deveria ser a sua imagem: feia, acima do peso, com uma perna que não funciona direito. No entanto, tinha a aparência de uma linda jovem com duas pernas completamente normais."

Ela não tem ideia do que aconteceu consigo mesma, mas mesmo assim vai para seu trabalho, onde descobre que se passou uma semana desde a festa com seus amigos. E mais, descobre também que as obras de Botticelli sobre A divina comédia foram roubadas naquela mesma noite, e como Raven se ausentou do trabalho por dias sem dar nenhuma notícia, ela acaba se tornando a maior suspeita dos roubos.


Raven sabe que não roubou nada, ela é uma restauradora oras! Sabe o valor daquelas obras, sabe o quão importante é compartilha-las com outras pessoas.. Mas ela também sabe que não tem a menor ideia do que aconteceu nessa última semana, com quem estava, aonde e o que - ou quem - fez com que ficasse tão diferente e até mesmo curasse sua perna.

Então Raven vai atrás de pistas que a façam descobrir quem roubou as cópias tão perfeitas de Botticelli. Quem doou as cópias para a Galleria degli Uffizi foi o professor Gabriel Emerson - personagem que fez parte de outra trilogia de Sylvain Reynard, chamada O inferno de Gabriel, que eu também li e adorei - e Gabriel volta para Florença querendo, é claro, descobrir quem roubou os quadros, ainda mais porque tem um valor tão sentimental para ele. 

Enfim, as pistas de Raven acabam levando-na para o Príncipe novamente, este que a mostrará um mundo obscuro, cheio de perigo, paixão, e sede de sangue.

"Prepare-se para ver seu universo se expandir"
                                                         
Sim, o livro contém seres sobrenaturais. E adivinhem? Vampiros.

O Príncipe toma conta do principado de Florença, ele é o que manda por ali. É um homem cruel e sem rodeios, mas que em uma noite teve misericórdia de uma mulher e a salvou. Ele também se sente atraído por Raven, fato que o faz protege-lá.

Também temos vários outros personagens secundários incríveis, mas a Aoibhe, a aliada mais leal do Príncipe - com quem também tem\teve um caso - é uma das que eu mais gostei, e odiei ao mesmo tempo rsrs.

A história acaba se desenrolando de uma forma totalmente boa, que fez com que eu não largasse o livro até termina-lo. E eu adorei, não tem como não gostar! :)


Minha Opinião

Um dos fatos que mais me fez adorar o livro - além do Príncipe rsrs - foi o tanto de referências legais que ele tem, como de pinturas, mitologia grega, citações bíblicas e etc. Outro fato também foi a descrição da cidade, Florença é um lugar lindo, e disso eu já sabia, porém, com a descrição do autor, ficou tudo ainda melhor.

E eu adoro vampiros, logo esse livro me atraiu tanto. Gostei bastante da mitologia dos vampiros em A Transformação de Raven , e não vejo a hora de saber mais sobre ela nos próximos livros.

Além disso tudo, como já disse ali em cima, eu já li a outra série de Sylvain, O inferno de Gabriel - que não continha seres sobrenaturais - e os personagens principais daquela trilogia aparecem aqui - Gabriel e Julia <3 - e foi muito legal revê-los. 

Com certeza foi um dos melhores livros que li até agora!



Nota: 5 estrelas\Favorito

Resenha: Eleanor & Park, de Rainbow Rowell

Terminei Eleanor & Park a poucos minutos, e tive que escrever a resenha AGORA, enquanto minha cabeça ainda fervilha sobre O QUE foi esse livro.


Autora: Rainbow Rowell
Páginas: 328
Editora: Novo Século
Gênero: YA\Young Adult

Sinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Então.. Vou começar a resenha falando sobre nossos personagens principais. Eleanor é uma garota bem diferente para os padrões. Ela é ruiva, se veste "estranho", com bandanas nos braços e gravatas na cabeça.. e além de tudo é "grande" - na verdade, no livro ela é descrita como gorda, mas para mim, ela era linda. Acho que no livro tinha muito de "distorção de imagem" enfim.. - ela é a garota nova na escola, acabou de chegar na cidade, e no primeiro dia, a caminho da escola nova, ela conhece Park

Park é um descendente de coreano, ele é o único oriental da sua cidade, e podemos dizer que Park não é um "popular" mas também não é um loser. No ônibus escolar, todos tem seus lugares definidos no primeiro dia de aula, e já que Eleanor é uma aluna nova, fica perdida no meio do ônibus, mas Park é sortudo, tem um banco inteiro só para si. E.. não, não é aquela história de amor à primeira vista, onde o cara se encanta pela garota e blá blá blá..

Na verdade, a primeira impressão de Park sobre Eleanor é bem maldosa.  Ele acha ela um espantalho triste - rsrs  - pois é, Park não gosta de Eleanor, acha ela esquisita, e também pensa que não pegaria bem ficar perto dela, mas, como ele é o único que tem um lugar livre, acaba deixando ela se sentar. 


Park não fala com ela, tenta se manter longe. Eleanor também.

Mas depois de algumas semanas se sentando juntos, Park acaba percebendo que Eleanor fica lendo seus gibis pelo canto do olho.

Até que um dia, antes de Eleanor ir embora, ele a empresta um de seus gibis.

Isso fica se repetindo por um tempo, até que eles acabam virando amigos, conversam, e dessa amizade, um amor surgi.

E tenho que dizer, esse livro foi um dos mais fofos que já li <3



Agora.. Falando um pouco sobre a vida deles.. Eleanor vem de uma família bem desestabilizada, ela ficou um ano sem ver seus irmãos e sua mãe, tudo por causa do seu padrasto - que é um babaca total - e sua família é bem pobre, o que acaba por se nos deixar aflitos - tem uma cena que Eleanor pondera pedir a sua orientadora uma escola de dentes. :\

Já Park, ele vem de uma família "normal", estabilizada.  

O relacionamento deles vai se desenvolvendo de uma forma tão bonita, que tenho quase certeza de nunca ter lido nada assim antes.

O livro fala sobre o primeiro amor, sobre aquele frio na barriga que sentimos em só pegar na mão da pessoa..  

Porém, por causa de sua família problemática, Eleanor acaba tendo que esconder seu relacionamento com Park. O que vai se tornar um problema.

O livro aborda vários temas, quais como bullying, racismo, violência doméstica - a violência doméstica nesse livro, na minha opinião, foi totalmente mal explicada - e etc..

Ah, é claro, já ia me esquecendo, o livro se passa em 1986, então há várias referencias de bandas também, como The Beatles, The Smiths.. E também de gibis, como Watchmen, X-men..   


Minha Opinião

Infelizmente, Eleanor & Park acabou não sendo 5 estrelas. O livro estava perfeito, até que certas coisas aconteceram, do meio pro final, e acabei tendo que tirar uma estrelinha do livro.

Não vou dizer o que me fez tirar essa estrela do livro, - óbvio - mas foi uma coisa que me deixou totalmente irritada e confusa, não entendi a Eleanor, sinceramente.

Até agora estou tentando pensar, tentando pensar em uma única razão..

De qualquer jeito, apesar dos grandes pesares, - porque há vários - Eleanor & Park é um livro que eu recomendo, um livro que eu adorei, e vou guardar os personagens para sempre em minha memória.


Não posso falar mais sem dar grandes spoilers, por isso, a resenha terminará aqui.


Até a próxima!


Nota: 4 estrelas

Resenha: Antes que eu vá, de Lauren Oliver

Hey pessoas! Nem demorei tanto a postar dessa vez, não é? :)

Hoje trago mais uma resenha para vocês, de um livro MARAVILHOSO, que eu terminei a alguns dias e, esse livro é Antes que eu vá, da autora Lauren Oliver. 



Autora: Lauren Oliver
Páginas: 368
Editora: Intrínseca
Gênero: YA\Young Adult

Sinopse: Antes Que Eu Vá - Samantha Kingston tem tudo: o namorado mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios no Thomas Jefferson, o colégio que frequenta — da melhor mesa do refeitório à vaga mais bem-posicionada do estacionamento.

Aquela sexta-feira, 12 de fevereiro, deveria ser apenas mais um dia de sua vida mágica e perfeita. Em vez disso, acaba sendo o último. Mas ela ganha uma segunda chance. Sete “segundas chances”, na verdade. E, ao reviver aquele dia vezes seguidas, Samantha desvenda o mistério que envolve sua morte — descobrindo, enfim, o verdadeiro valor de tudo o que está prestes a perder.

...

Em uma noite chuvosa de fevereiro, Sam é morta em um acidente de carro horrível. Mas em vez de se ver em um túnel de luz, ela acorda na sua própria cama, na manhã do mesmo dia. Forçada a viver com os mesmos eventos ela se esforça para alterar o resultado, mas acorda novamente no dia do acidente.

O que se segue é a história de uma menina que ao longo dos dias, descobre através de insights desoladores, as conseqüências de cada ação dela. Uma menina que morreu jovem, mas no processo aprende a viver. E que se apaixona um pouco tarde demais.


Samantha Kingston é a personificação da garota americana: é popular, tem o namorado mais lindo da escola, melhores amigas também super populares, e todos os privilégios para ir a festas, melhores vagas de estacionamento e etc etc.. Um belo dia, Sam acorda e vai para o colégio com uma de suas melhores amigas, Lindsay. Até aí, ok, parece ser um dia normal, mas com um pequeno diferencial. Hoje na escola de Sam é o Dia do Cupido. Dia em que seu namorado, seus amigos, e pessoas que gostam de você mandam flores por intermédio dos cupidos.

E além disso, nesse dia, é "grande dia" da Sam. Ela é virgem, e hoje pretende finalmente ir "além" com seu namorado - que é um idiota -  Rob.

Logo no começo do livro, percebemos várias coisas. O grupinho de amigas de Sam, e a própria Sam, são totalmente fúteis e "más" por assim dizer. Isso já percebemos logo de cara, o que me fez realmente odiar essas garotas pelas primeiras 100 páginas.

Mas agora.. Voltando ao livro...

Várias coisas comuns acontecem nesse dia, Sam mata aula com Lindsay para ir comprar iogurte, cola de uma garota na prova surpresa, flerta com seu professor de cálculo, almoça com as amigas em sua área privilegiada.. Enfim, coisas normais. No meio do dia Lindsay chama Sam para ir numa festa na casa de Kent - um "ex-amigo" de infância de Sam - e ela aceita ir.

No final dessa trágica festa, na volta para casa, um acidente de carro acontece, e Sam morre.


Se acalmem, isso não é spoiler, está até escrito ali em cima, na sinopse. E, pois é, Sam morre. Mas "acorda" logo depois, e adivinhem? Na casa dela, na manhã do mesmo dia em que ela acabou passar, no Dia do Cupido, no dia da festa do Kent e etc.

Na segunda vez, Sam pensa que tudo o que aconteceu não passou de um grande pesadelo, e mesmo assustada, segue com seu dia da mesma forma. E tudo se repete exatamente como da primeira vez.

E depois? Sam acorda de novo, no dia 12 de fevereiro.    

Enfim ela percebe, que está sim repetindo o mesmo dia, e começa a pensar que ela pode mudar o desfecho, e ter uma segunda chance.

Sam tenta de várias formas nos próximos "dias" - 7 dias ao todo - não terminar como na primeira vez. Ela não vai a festa, tenta ver o que fez de tão errado para que o seu grande dia, terminasse daquela forma.  

Aos poucos Sam vai vendo as coisas ruins de seus amigos, dela mesma, das consequências de seus atos, e tenta achar uma maneira de salvar a si mesma.


Minha Opinião

Antes que eu vá é um livro que me fez sentir várias coisas, raiva foi uma delas. Sim, raiva. Sam e suas amigas - Lindsay, Elody e Ally - são muito insuportáveis no começo do livro, totalmente patricinhas e esnobes, falam mau de várias pessoas, praticam bullying com Juliet Sykes - a "esquisitona\psicótica" e "ex-amiga" de Lindsay - e isso me fez odiar o começo.

Mas.. Depois, com o desenrolar da história e o desenvolvimento dos personagens, as coisas mudaram um pouco.

Antes que eu vá  acabou se tornando um dos melhores livros desse ano, virou favorito para mim. A escrita da Lauren é muito boa, fluída. O livro - apesar de ficar se repetindo num mesmo dia - avança bem rápido, e cada página é uma nova descoberta sobre os personagens, que com o tempo, acabei me apegando - é claro -_-

O final? Bom, de certa forma, me pegou de surpresa, eu já tinha uma noção do iria acontecer, mas uma certa "coisa" que aconteceu, eu realmente não esperava.

É um livro incrível, com uma história que acaba te emocionado, - me emocionou - e eu só posso mesmo recomendar a leitura a todos vocês.


Nota: 5 estrelas\Favorito

Resenha: Amy & Matthew, de Cammie McGovern

Olá pessoas!

Hoje é mais uma resenha, e é do livro Amy & Matthew da autora Cammie McGovern.

Se quiserem saber mais sobre minha opinião, continuem lendo! ;)


Autora: Cammie McGovern
Páginas: 336
Editora: Galera Records
Gênero: YA\Young Adult


Amy & Matthew contará a história de Amy & Matthew, obviamente.. rsrs

Amy é uma garota super inteligente, com um Qi bem alto. Porém, tem um problema. Ela teve paralisia celebral quando criança, e isso prejudicou um lado de seu corpo, ela não fala - porém usa um aparelho que consegue se comunicar por ela, onde ela escreve, e a voz, digamos, é o mais perto de "humana" -  e nem consegue andar sozinha sem a ajuda de um andador.

Matthew é um adolescente aparentemente normal, só que não. Ele tem TOC, o que faz com que ele seja bem paranoico a ponto de lavar as mãos uma 20 vezes até os cotovelos, e ter umas manias bem.. esquisitas.

Mas.. O que acaba ligando esses dois?

Amy estuda na mesma escola de Matthew , e como tem paralisia em um dos lados do corpo, ela precisa de ajuda constante para carregar os livros, ir ao banheiro e etc. Para isso ela tem ajuda de auxilares. Um dia Amy escreve uma redação dizendo que ela, mesma na situação que vive, é feliz, e se sente melhor assim do que se fosse "normal". Em uma aula onde Amy não está presente, o professor pede opiniões dos alunos e Matthew diz que não acredita que o que ela disse seja verdade.

Amy acaba por confrontar Matthew, pergunta porque ele não acredita nela, e ele responde que ela não pode ser feliz porque nunca teve amigos, e com seus auxiliares adultos acabavam por afastar ela de fazer amigos e ele fala várias verdades na cara dela.

Isso deveria fazer Amy ficar chateada com Matthew, certo? Bom, não é o que acontece. Amy adorou o que Matthew disse. E por isso, ela teve uma ideia, Amy está indo para o último ano do ensino médio, e ela deseja fazer amigos, e como sabe que não conseguirá com os auxiliares adultos, ela tem a ideia de contratar pessoas da escola - incluindo Matthew.



Depois de falar com sua mãe - que é super protetora - Amy faz as escolhas para seus auxiliares, e com algumas regras: cada um deles terá que apresentar amigos a Amy, para ela se comunicar mais e ter uma ideia para quando for para a faculdade.

No começo Matthew não queria ser auxiliar de Amy, mas depois de conversarem ele acaba aceitando. Na volta às aulas, todo dia Amy terá um auxiliar diferente. Matthew fica com ela às sextas.

Eles vão criando uma grande amizade, Amy descobre o problema de Matthew, e tenta ajuda-ló, dando tarefas que faça ele ficar cara a cara com sua ansiedade e suas manias.

Conforme o livro vai passando, vemos que Amy não quer ser somente amiga de Matthew.

Minha Opinião

Amy & Matthew é um livro YA incrível com dois personagens bem diferentes do que estamos acostumados. Ambos com seus problemas que acabam por se unir. E formam uma história linda, de amizade e amor.

A escrita é super fluída e rápida. Muito boa.

Porém, quando cheguei a um certo ponto do livro, umas coisas que aconteceram - coisas que a Amy fez - me tiraram do sério. Depois disso, o livro que para mim estava 5 estrelas e chegando a virar favorito, se perdeu.

Não estou dizendo que o livro é ruim pelo o que aconteceu nesse ponto, é um livro muito bom. Mas eu realmente não entendi esse final, o que a autora quis passar. 

Se eu tivesse que escolher um dos dois como personagem favorito, com certeza seria Matthew, com todos as suas manias e seu jeito, ele me conquistou totalmente! <3

Enfim pessoas, eu recomendo o livro para vocês, apesar dos pesares, é um ótimo YA e bem diferente dos que estão por aí.

Até a próxima resenha! ;)


Nota: 4 estrelas

Resenha: Por Lugares Incríveis, de Jennifer Niven

Oi pessoal! Tudo bom?

Hoje vim resenhar um livro que eu gostei bastante, terminei ele hoje - na escola - e quase chorei que nem um bebê na frente dos outros! rsrs

A resenha de hoje é do livro Por Lugares Incríveis, de Jennifer Niven.

Autora: Jennifer Niven
Páginas: 336
Editora: Seguinte
Gênero: Young Adult

Sinopse: Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, a garota se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família. Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.

Desde que eu vi a resenha do Edu, do Perdido Nos Livros, fiquei com muita curiosidade de ler esse livro. Também por ser lançamento, eu já tinha visto a capa no Skoob e amei completamente! 

Enfim, depois de terminar a leitura, consegui entender porque todos falam tão bem desse livro.

Mas espera aí.. Vamos pelo começo!

Theodore Finch é o esquisitão da escola, inconsequente, faz o que quiser, e sempre se mete em brigas. Já Violet Markey era a garota perfeita, com uma família perfeita. Pais incríveis, inteligente, e super popular. Tinha aa vida planejada, iria se tornar escritora. Até que tudo muda pra Violet quando sua irmã - Eleanor - morre em um acidente de carro - e Violet estava presente -,e mesmo depois de meses do acontecido Violet não sabe como seguir em frente.

O dois estudam na mesma escola, porém, nunca tinham se falaram. Eles se aproximam quando os dois tem uma "maravilhosa" ideia de subir em cima da torre do sino na escola. Pois é. Com a intenção de pularem.

Sim, o livro tem o tema suicídio.  


Quando os alunos vêem Violet com Finch lá em cima, Finch faz uma cena fazendo parecer que Violet o tinha impedido de pular. Ele guarda o segredo dela.

Depois disso o professor de geografia deles passa um trabalho onde eles teriam que vistar lugares incríveis do estado deles, Indiana. Como o trabalho é em dupla Finch logo diz que irá fazer com Violet, e ela, no começo, fica relutante de sair por aí com Finch, mas acaba cedendo.

Os dois começam o trabalho visitando vários lugares, e aos poucos vão se aproximando, confiando um no outro. Finch tem vários problemas, acabou de voltar de um "apagão" - onde se passou semanas e ele não se lembra de nada do aconteceu nesse período -, tem problemas com o pai - que é violento e acabou de deixar a família - Finch é totalmente imprevisível, nunca se sabe o que ele pode fazer. Sua mãe e todos ao redor dele sabem que ele tem esses "problemas" mas acham que isso é do Finch, que é o jeito dele, acham que não poderia ser algo mais grave - admito, fiquei com ódio dos pais dele.



Uma das coisas que mais gostei no livro foi o romance. Não foi do nada, tipo, "te vi já te amo" sabe? rsrs.. Como temos o ponto de vista dos dois vemos como e porque Finch gosta tanto de Violet e como ela também acaba por gostar dele.

" - Sabe o que gosto em você, Finch? Você é interessante. Você é diferente. E consigo conversar com você. Não deixe isso subir à cabeça. 
O  ar parece carregado e elétrico, como se tudo - o ar, o carro, Violet e eu - fosse explodir caso alguém acendesse um fósforo. Mantenho os olhos na estrada.
- Sabe o que gosto em você, Ultravioleta Markante? Tudo.
p. 173

Minha Opinião

No começo do livro, eu estava gostando, não amando. Até que chegamos na metade do livro e BUM! Entendi a razão de todos gostarem. 

Por Lugares Incríveis é um livro sobre a vida. A autora expressa todos os sentimentos dos personagens perfeitamente. Me senti feliz com eles, ri com eles, me senti triste com eles. É bem difícil não se envolver com o livro - no começo eu achava que não iria amar tanto assim e, nossa, como estava enganada! - a narrativa é bem fluida, a escrita da autora é ótima.

Temos a narrativa de Violet e Finch, - não tem uma ordem de capítulos - e gostei muito disso pois podemos conhecer mais de cada um deles. Jennifer Niven soube dar voz a eles. Enquanto Finch é daquele jeito, de perceber as coisas no ar e ao mesmo tempo ser reflexivo e divertido, Violet é diferente, tem medo do que a vida lhe reserva depois do acidente de sua irmã. Como disse, cada um, aos poucos, acaba nos cativando. 


Bom, só posso recomendar esse livro maravilhoso para vocês. 

Amei a leitura, e o fim? Bom, desde o começo eu já achei um pouco previsível, já tinha uma ideia do que iria acontecer. E aconteceu. Não poso dizer que amei o final, de forma alguma, mas também não odiei.

É isso gente, espero que tenham gostado da resenha!

Até a próxima!

Nota: 5 estrelas\Favoritado 

RECOMENDADÍSSIMO!
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