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Resenha: The Heart of Betrayal, de Mary E. Pearson

Olá leitores! :)

Recebi um grande feedback da resenha que fiz do livro The Kiss of Deception, e como finalmente tomei vergonha na cara e li a continuação - em inglês, o segundo livro em português ainda não foi lançado pela DarkSide - voltei aqui para fazer a resenha do segundo volume da trilogia, The Heart of Betrayal. 


AVISO: ESTA RESENHA CONTÉM SPOILERS DO PRIMEIRO LIVRO!!!


Autora: Mary E. Pearson
Páginas: 480
Editora: Henry Holt and Co.
Nível de inglês: Intermediário
Gênero: Fantasia

Sinopse: Held captive in the barbarian kingdom of Venda, Lia and Rafe have little chance of escape... and even less of being together.
Desperate to save her life, Lia’s erstwhile assassin, Kaden, has told the Vendan Komisar that she has a magical gift, and the Komisar's interest in Lia is greater than either Kaden or Lia foresaw.
Meanwhile, the foundations of Lia's deeply-held beliefs are crumbling beneath her. Nothing is straightforward: there's Rafe, who lied to her, but has sacrificed his freedom to protect her; Kaden, who meant to assassinate her but has now saved her life; and the Vendans, whom she always believed to be barbarians but whom she now realizes are people who have been terribly brutalized by the kingdoms of Dalbreck and Morrighan. Wrestling with her upbringing, her gift, and her very sense of self, Lia will have to make powerful choices that affect her country, her people... and her own destiny.

Depois do trágico fim do primeiro livro, com Lia sendo capturada e seu irmão sendo morto junto de sua tropa pelos soldados Vendans e Lia "enterrando" cada um deles; este segundo livro começa com Lia chegando enfim ao reino de Venda. E então Rafe chega para tentar salvar Lia e acaba se tornando um prisioneiro junto à ela. E finalmente conhecemos o tão temido Komizar - o grande chefe de Venda.

Como já sabemos, ambos Kaden e Rafe mentiram muito e enganaram nossa protagonista no primeiro livro, e agora os dois tentam pedir o perdão de Lia e tentam se reaproximar dela. Ambos conseguem de alguma forma, mas o coração de Lia bate mais forte por um deles..

~~~
Lia é em um primeiro momento muito humilhada pelo povo de Venda, principalmente pelo Komizar e seu conselho; que inclui os Governors e os Rathan - grupo de elite dos mais leais ao Komizar, que Kaden faz parte - e enquanto Rafe procura acalmar Lia dizendo que seus melhores soldados virão resgatá-los, ela acaba se aproximando do povo e também conhecendo mais sobre o seu poder. 

Esta parte sobre o aprofundamento dos poderes de Lia e toda a estória de Venda, Morrighan e Gaudrel foi muito interessante. O que fez o livro ser bem melhor em sua primeira metade do que o livro anterior - que foi bem monótono e chato. 

~~~

Enquanto Lia e Rafe tentam ganhar tempo para fugirem, a nossa protagonista irá se aproximar das pessoas e até fazer alguns amigos, e sua opinião sobre os Vendans irá mudar. Ela vai se questionar se realmente eles são pessoas barbaras e inimigos de Morrighan, ou se existe uma grande injustiça e trapaça por trás disso tudo. 

O livro foi cheio de intrigas e reviravoltas COMPLETAMENTE INESPERADAS entre os personagens, e romance também - mesmo na situação em que estavam - e o nosso triângulo amoroso continuou, apesar de Lia sempre pender mais para um dos meninos. 

~~~

Cheguei ao final do livro completamente perdida sobre o que aconteceria, todos os sinais - e a minha intuição - mostravam um final doloroso. E a minha intuição estava certa. O fim foi de partir o coração, mais mais vez :(

Porém deixou milhares de perguntas a serem respondidas no último livro da trilogia, que promete ser ainda melhor! 

Amei odiar vários personagens desse livro, amei torcer pela Lia e pelo povo de Venda, tão sofrido e injustiçado. Amei odiar muito cada palavra e ação do Komizar. Amei o fim que ele teve. Amei e amo tanto o Rafe quanto o Kaden, e ainda estou indecisa com quem eu acho que Lia deve ficar. 

Acima disso tudo, me tornei #TEAMLIA!

~~~

Acho que isso é tudo que posso dizer sem dar grandes spoilers desse livro. Sei que muita gente amou The Kiss of Deception e para você aí que leu em português e não aguenta a espera do lançamento por aqui, se puder, leia em inglês! A leitura não é difícil, basta ter o nível intermediário :)

Espero que tenham gostado da resenha e se leram o livro digam nos comentários o que acharam, o que esperam do último livro - The Beauty of Darkness - e etc.. ;)


NOTA: 5 ESTRELAS

Resenha: A Coroa, de Kiera Cass (A Seleção #5)


Olá pessoal!

Hoje vou falar um pouco sobre a aguardada continuação da série A Seleção, o que achei do livro, seus pontos fortes e negativos e claro, se gostei ou não da escolha da nossa talvez não tão querida assim Princesa-toda-poderosa Eadlyn Schreave.


Vamos ver que desfecho Kiera deu em A Coroa. 


ATENÇÃO: ESSA RESENHA CONTÉM SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES DA SÉRIE A SELEÇÃO!!!


Autora: Kiera Cass
Páginas: 310
Gênero: YA\Romance
Editora: Seguinte

Sinopse: Em A Herdeira, o universo de a Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção. 
Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… e agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava. 
America Singer e o Príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção. 
Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… e agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava.

Confesso que como muitos de vocês eu estava apreensiva sobre como se desenrolaria este livro. No final de A Herdeira tivemos aquele súbito e inesperado ataque cardíaco que America sofreu depois de saber da partida de seu filho Ahren para França para se casar com Camille. E, para mim, aquilo foi uma forma da autora tentar desesperadamente nos fazer quer ler a continuação, já que ela provavelmente percebeu em algum ponto que essa personagem principal não nos envolveria tanto quanto America, e de fato não o fez.

Eadlyn nos marcou sendo uma princesa fútil, mimada, que só se importava com seu conforto e que odiava a ideia de fazer a Seleção. Com tais atributos, teve muita gente, incluindo eu, que não foi muito com a cara dela.

Mas todos os fãs acabaram lendo o livro e agora vamos falar sobre o desfecho que toda essa história teve!

~ ~ ~

A Coroa começa exatamente onde o último livro terminou, com America tendo esse problema no coração, Maxon ficando desesperado por causa da esposa e Eadlyn tendo que acelerar o processo da Seleção mandando vários pretendentes embora para enfim chegar aos Top 6, ou seja, A Elite

Com Maxon ficando o tempo todo com sua mãe, Eadlyn tem que tomar as rédeas da situação, e para ajudar o pai, se torna a regente de Illéa. O que a faz ficar ainda mais ocupada e não ter tanto tempo para os meninos que sobraram: Kile, Henri, Gunnar, Fox, Hale e Ean.  

Eadlyn ainda tem que enfrentar a reação do povo, que pode ou não ficar do seu lado, vendo que a maioria da população a acha jovem de mais para assumir tanta responsabilidade e também muito distante dos problemas que eles enfrentam e etc etc..

 É, a situação tá difícil para ela. 


~ ~ ~

Mesmo com os problemas e com os empecilhos, as coisas parecem começar a se ajeitar quando ela recebe a ajuda de Marid Illéa. Filho de antigos amigos de seus pais, Marid parece saber o que a população quer e é muito popular entre eles e usa isso para se aproximar de Eadlyn. Hmm..


A Seleção avança, os problemas também, nossa princesinha fica confusa, não sabe se decidir entre os meninos..  

E enfim vamos chegando ao final, será que a escolha dela agradará a todos? 


 ~ ~ ~

Antes de dizer o que achei da escolha de Eadlyn preciso dizer que nossa protagonista está realmente mais madura e consciente nesse livro. O que antes era uma garota mimada, aqui temos uma futura rainha tentando decidir e fazer o que é melhor para si e para seu povo. E isso me deixou muito feliz pois, mesmo não sendo um livro grande - que é o que muitos reclamaram já que esse é para ser o "último" livro da série - nos conseguimos acompanhar toda essa mudança na mente e nas atitudes de Eadlyn. E tenho certeza que muitos também vão gostar dessa mudança. 


Agora, finalmente, o que eu achei da escolha dela? 

OMG!!!

Sim, eu tinha imaginado que a autora poderia fazer isso desde o livro anterior pois a escolha dela parecia muito óbvia, muito fácil. E assim não teria graça, né? rsrs

Talvez muitos não gostem, mas eu particularmente gostei sim da escolha de Eadlyn. Não foi o esperado, mas o inesperado também é bom. 

Muitos também podem ficar descrentes dos sentimentos de Eadlyn pelo - aii tô me segurando para não escrever o nome dele aqui rsrs - por ele, mas isso também é construído no finalzinho do livro e bem, me agradou de qualquer forma. 

A resolução dos outros problemas também é okay, nada muito aprofundado, tem aquela característica da Kiera de deixar a gente imaginando como ficaria as coisas depois e tudo mais. 

 ~ ~ ~

Eu recomendo sim que vocês leiam essa continuação, realmente pode não agradar todo mundo, mas mesmo assim é um desfecho e todos queremos saber como termina, não é?

Espero que tenham gostado da resenha e diga aqui nos comentários o que você achou do livro! (coloque um aviso se conter spoilers)


NOTA: 4 ESTRELAS

Top 5: Livros leves e românticos ;)

Oi oi gente!

Hoje estou aqui para mostrar a vocês meu TOP 5 de livros românticos - bem YA mesmo - para serem lidos naquele dia de praia; em um momento em que acabamos de ler um livro pesado e queremos relaxar - ler algo leve e divertido, sabe?

Aqui vai minha listinha:

1.  A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista 



(Para mais informações sobre o livro, confiram a resenha aqui)


2. Ser feliz é assim



(Para mais informações sobre o livro, confiram a resenha aqui)


3. Isla e o Final Feliz 


Isla e o Final Feliz foi o primeiro livro que li da Sthepanie Perkins - autora dos livros Anna e o Beijo Francês e Lola e o Garoto da Casa ao Lado - e como muitos devem saber, esse livro é o terceiro da trilogia 'Anna, Lola e Isla'. Não li os primeiros livros dessa trilogia, mas pretendo ler em breve! - apesar de ter pego spoilers dos dois primeiros livros.

Me apaixonei pela escrita da autora, vemos personagens dos primeiros livros nesse daqui e enfim, a história do casal é muito fofinha e gostei bastante. Se encaixa perfeitamente nesse Top 5! ;)


4. Para todos os garotos que já amei



Para todos os garotos que já amei é mais um desses YA super românticos que li ano passado, e claro, que gostei muitíssimo! Vai contar a história de uma menina, chamada Lara Jean, que escreveu cartas para os garotos que ela já amou - dãã - e então, um belo dia, alguém rouba suas cartinhas secretas e manda para todos esses garotos. Lara Jean, obviamente, fica louca, querendo descobrir quem mancou suas cartas que eram tão íntimas para ela.. E etc e tal. 

Não vou contar muito pois acho que vocês precisam se surpreender lendo este livro. Só digo que a leitura foi muito divertida, a ideia das cartas, os personagens são bem interessantes e o romance também acabou sendo mais um aspecto, hmm, surpreendente :)

Sério mesmo pessoal, amei esse livro demais e super recomendo que vocês leiam, não vão se arrepender!



5. O Duque e Eu (Série Os Bridgertons, de Julia Quinn)


Dessa vez, o quinto livro dessa lista não será um YA, e sim um Romance Histórico!

Ano passado comecei a ler a série Os Bridgertons, da autora Julia Quinn, e me apaixonei completamente por esses livros! Foi o primeiro contato que tive com esse gênero, e fico super feliz por ter ingressado com os livros dessa autora - que são incrivelmente fantásticos, leves, divertidos e românticos. Recomendo demais que vocês leiam essa série, tenho certeza que não conseguirão parar no primeiro livro - O Duque e Eu <3


Espero muito que tenham gostado dessa listinha e me contem nos comentários se já leram algum desses livros, ou se pretendem ler! ;)

BEIJOKAS :*

Resenha: A Promessa da Rosa, de Babi A. Sette

Oi oi gente!

Estou de volta com mais uma resenha, dessa vez de um livro com um gênero que me apaixonei nas últimas semanas - se alguém aí me acompanha nas redes sociais, ou até mesmo confere minha lista de lidos, deve ter percebido que comecei a série Os Bridgertons, da querida Julia Quinn. Pois é, estou me apaixonando pelos romances históricos graças a essa autora! - e obviamente, vim falar de um livro - não da Julia Quinn, infelizmente - mas de um romance histórico escrito por uma autora nacional, a Babi A. Sette. Estou falando do maravilhoso livro A Promessa da Rosa! <333

Autora: Babi A. Sette
Páginas: 432 
Gênero: Romance Histórico
Editora: Novo Século

Sinopse: Século XIX: status, vestidos pomposos, carruagens, bailes… Kathelyn Stanwell, a irresistível filha de um conde, seria a debutante perfeita, exceto pelo fato de que ela detesta a nobreza; é corajosa, idealista e geniosa. Nutre o sonho de ser livre para escolher o próprio destino, dentre eles inclui o de não casar-se cedo. No entanto, em um baile de máscaras, um homem intrigante entra em cena… Arthur Harold é bonito, rico e obstinado. Supondo, por sua aparência, que ele não pertence ao seu mundo, à impulsiva Kathelyn o convida a entrar no jardim – passeio proibido para jovens damas. Nunca mais se veriam, ela estava segura disso. Entretanto, ele é: o nono duque de Belmont, alguém bem diferente do homem que idealizava, só que, de um instante a outro, o que parecia a aventura de uma noite, se transforma em uma paixão sem limites. Porém, a traição causada pela inveja e uma sucessão de mal-entendidos dão origem ao ciúme e muitas reviravoltas. Kathelyn será desafiada, não mais pelas regras sociais ou pelo direito de trilhar o próprio caminho, e sim, pela a única coisa capaz de vencer até mesmo a sua força de vontade e enorme teimosia: o seu coração.

Século XIX, 1840. Kathelyn Stanwell é a filha de um conde, uma das mais belas da sociedade inglesa, e está em sua primeira temporada. Participou de apenas um baile, pois logo depois de um grande incidente causado por cavalos e bolos saborosos - risos - seu pai, o Conde de Clifford, a deixa de castigo por um mês. Kathelyn acaba indo em um baile de máscaras com sua prima; e não, não pense que ela estava indo para esse baile querendo aproveitar a noite e flertar com os cavalheiros, bem pelo contrário. Kathelyn queria ir a esse baile para ver as relíquias gregas que o anfitrião possuía em seu escritório. Pois é, como percebemos logo de cara Kathe não é uma dama como as outras, na verdade, ela nem se considera uma dama. Sempre foi a do tipo que subia em árvores, se sujava de lama e, claro, aprendia coisas que não deveria, conhecimentos que uma dama não deveria nem sonhar em saber naquela época.

Então, quando Kathe está no baile de máscaras, tentando furtivamente abrir a porta do escritório com uma forquilha, eis que aparece o falcão. Eita, falo falcão pois foi isso que Kathe pensou assim que viu nosso lindo Arthur. Ele a vê durante o baile e a segue quando a mesma entra no escritório do dono da casa, pensa que Kathe poderia ser uma ladra, nem imagina que ela é a filha de um conde e Kathe nem em seus sonhos imaginaria que um pirata (talvez?) ou quem sabe um mercenário seria o 9º Duque de Belmont. Os dois conversam, ela tenta demonstrar que não está ali para roubar, e sim para apreciar as peças que tanto a fascinam, ele, se encanta por ela, ela tenta fugir dele, eles dançam.. e no final da noite um convite nada adequado para passearem no jardim dá inicio a uma paixão entre os dois.

Depois de deixar seu falcão em uma situação constrangedora, Kathelyn recobra a consciência e foge da festa. Obviamente, eles voltam a se encontrar, são apresentados formalmente, e Kathe quase morre ao se dar conta que se atracou com nada menos que um conde. E que ele poderia acabar com sua reputação, se assim quisesse. Logo isso é esquecido quando Arthur começa a cortejá-la. Arthur sempre fugiu dos bailes e eventos onde encontraria mães casamenteiras e garotas em idade de se casar. Porém, ao chegar aos 30 anos, percebe que está na hora de ter herdeiros e dar continuidade ao Ducado. Mesmo assim ele não quer se casar com uma garota fútil, com nada de interessante para conversarem a não ser vestidos e fitas para cabelos. Ele quer encontrar alguém com interesses parecidos com os dele.. Ou seja, alguém como Kathelyn. Inteligente, adora saber mais sobre culturas, especialmente a cultura grega. E assim que percebe isso, que ela seria a esposa ideal para ele, começa a cortejá-la. Eles se apaixonam perdidamente.

Como nada seria tão perfeito assim, um mal entendido ridículo, pessoas invejosas e uma carta pela metade os separam. Que triste :\

Mas se acalmem! Eles se encontrarão novamente e então uma vingança pelas dores do passado se iniciará, a questão é: eles serão capazes de se entenderem, de se perdoarem? Posso garantir a vocês que Kathe sofreu muito, e em grande parte foi culpa de Arthur. O amor deles vencerá toda essa dor?

Minha Opinião

A Promessa da Rosa trata de um assunto acho que bem conhecido nos romances históricos em geral: mocinhas a frente de seu tempo. Kathelyn quer ser tudo o que não pode ser, ou melhor dizendo, ela quer ter o poder de escolher o seu futuro, quer poder casar por amor.. é uma alma livre, idealista, sonhadora e corajosa - apesar de sua coragem e seus planos sempre fazerem ela se dar mal rsrs - ela não quer viver com as regras da sociedade, - não suporta a sociedade - quer ser muito mais que tudo isso, quer fazer o que quiser: subir em árvores, nadar em rios, rir sem ter medo dos bons modos. Kathelyn é uma jovem forte que não será reprimida pelo pai, muito menos pelo futuro marido. Óbvio que nem tudo é assim tão fácil, e no decorrer do livro veremos como Kathelyn sofrerá muito, pelas maldades e mal entendidos, pela inveja, e pelo julgamento da sociedade.

Tenho que admitir a vocês que fazia tempos que não lia um livro tão rápido e não chorava tanto lendo! Sim, eu chorei lendo esse livro, tipo, MUITO MESMO! Ontem dormi com dor de cabeça de tanto que chorei, basicamente, a tarde toda! Não sei o que esse livro fez comigo! :(

Me comoveu muito todo o sofrimento de Kathelyn, a forma como as coisas foram acontecendo, a maldade das pessoas, nossa, fiquei com tanta raiva! Conforme fui chegando ao final mais coisas foram sendo reveladas, fiquei chocada e mais triste, aí chorei e chorei.. Ai deus, como derramei lágrimas ontem! Fui chorando a cada momento, junto de Kathelyn.

Enfim, foi um livro que me conquistou do começo ao fim. Nunca imaginaria que iria gostar tanto assim de romances históricos, mas a cada livro que termino desse gênero me pego mais apaixonada! <3

Como vocês podem perceber para mim foi um livro que li incrivelmente rápido, apesar de ter lá suas 400 páginas. A escrita de Babi é IMPECÁVEL! Acho que esse foi mais um dos fatos que me fez gostar tanto do livro! A narrativa é muito fluída, estava tão entretida no livro que nem vi as páginas indo embora.

Recomendo a todos a leitura desse livro, ainda mais para aqueles que gostam de um bom romance! ;)

"Você sempre será feliz quando amar e você sempre estará em casa, quando mergulhar em seu coração."


Nota: 5 estrelas\FAVORITADO

Resenha: Os Bons Segredos, de Sarah Dessen

Hey pessoal! Como vão?

É gente, infelizmente não consegui manter minha promessa de terminar The Wrath and the Dawn, acabei dando uma pausa no livro para tentar ler outras coisas, o que foi ótimo em certo ponto pois eu consegui! :D

Voltei ao meu ritmo de leitura, e já terminei dois livros nesse mês - o que é um número péssimo, mas fazer o quê? Culpem a minha escola pelo excesso de trabalhos! -_-

Enfim, vim fazer resenha de um desses livros que li - e que na verdade terminei agorinha - para vocês, e estou falando do livro Os Bons Segredos, da autora Sarah Dessen - primeiro livro que li dela, e não me arrependi! :D



Autora: Sarah Dessen
Páginas: 408
Gênero: YA
Editora: Seguinte

Sinopse: Há segredos muito bons para serem guardados — e livros muito bons para serem esquecidos. Sydney sempre viveu à sombra do irmão mais velho, o queridinho da família. Até que ele causa um acidente por dirigir bêbado, deixando um garoto paraplégico, e vai parar na prisão. Sem a referência do irmão, a garota muda de escola e passa a questionar seu papel dentro da família e no mundo. Então ela conhece os Chatham. Inserida no círculo caótico e acolhedor dessa família, Sydney pela primeira vez encontra pessoas que finalmente parecem enxergá-la de verdade. Com uma série de personagens inesquecíveis e descrições gastronômicas de dar água na boca, Os bons segredos conta a história de uma garota que tenta encontrar seu lugar no mundo e acaba descobrindo a amizade, o amor e uma nova família no caminho. 

Os Bons Segredos nos mostrará a vida de Sydney: uma garota normal, com uma família normal. de classe média alta, e que tem um irmão mais velho.. Mas com alguns, muitos, problemas.

O irmão mais velho de Sydney, Peyton - mesmo nome de seu pai - sempre se destacou, tanto pela sua beleza, quanto pela sua coragem e seu jeito aventureiro. Syd sempre se espelhou no irmão, até que ambos cresceram, e as coisas começaram a dar errado. Peyton começou a se envolver com pessoas no ensino médio, e logo as encrencas começaram; a primeira ida da polícia a casa de seus pais, a primeira invasão a domicilio, furtos, as drogas, reabilitação, e por fim, o acidente que deixou um menino de quinze anos paraplégico.

Sim, sim. Sydney vive um grande drama familiar com seu irmão, e depois do acidente que deixou David Ibarra paralítico, tudo piorou. Seu irmão foi preso, com suspeita de estar dirigindo bêbado quando atropelou o menino, o que o deixou sem escapatória, foi condenado. Mas o pior, nem é isso, o pior é que mesmo com todas as provas contra Peyton, sua mãe continua a tentar defende-ló, em um momento do livro ainda se pergunta o que um garoto de quinze anos estaria fazendo, indo pra casa aquela hora da madrugada!

"- Mas o que um garoto de quinze anos estava fazendo de bicicleta ás duas da manhã, afinal?
Silêncio. Então veio  voz do meu pai:
- Julie... 
- Eu sei, eu sei. Só fico me perguntando.
 Só fico me perguntando. Naquele momento tomei consciência de que minha mãe jamais seria capaz de responsabilizar Peyton pelo acontecido."  
Desde cedo Sydney sempre foi invisível aos olhos dos pais - que são boas pessoas, apenas não a enxergam como deveriam - e ela sempre se sentiu mau por isso. Queria ser vista por ser quem ela era, não queria ser lembrada como "a irmã de Peyton", e foi por isso que depois de seu irmão ser preso ela resolve se transferir de escola. E por um acaso, no final do dia, em uma pizzaria perto da escola, ela conhece Layla, que se tornará sua melhor amiga. A pizzaria em questão, Seaside Pizza, acaba por se tornar um grande refúgio para Sydney, pois lá ela pode se distrair e esquecer um pouco sua casa silenciosa e suas tardes solitárias. Layla com certeza é uma das personagens mais legais do livro, adorei essa garota! Ela é tudo o que Sydney precisava: uma amiga com que pudesse conversar sobre seus problemas, que não a condenaria por toda essa situação, que a a escutaria. 

E, claro, também temos o Mac.   

Mac é o irmão de Layla, que também se torna amigo de Syd - e futura paquera(?) - e Mac também passou por uma mudança de vida: ele era gordo. Tipo, muito! E de repente conseguiu acordar pra vida, digamos assim, e perdeu muitos quilos. E agora é um gato! rsrs

"Desde que me entendia por gente, os outros sempre me ofuscavam ou me largavam sozinha. Mas Mac, como Laya, tinha dito semanas antes, estava sempre por perto. Ele me dava espaço suficiente para ficar sozinha, mas permanecia a postos quando eu precisava. Era o ponto ideal, descobri. Como se ele fosse o meu santo protetor, aquele que eu estava esperando."

A família de Layla, os Chatham, abrigam Syd, que se torna uma pessoa constante na pizzaria e na vida deles. Vendo a família Chatham, Syd vê como sua própria família é distante. Ela gostaria ter uma vida como as do Chantam, que mesmo com as dificuldades são tão próximos e unidos.

"Depois, no meu carro, olhei para as duas sentadas juntas. Conversando, Rosie tomava um refrigerante enquanto a sra.Chatham comia um salgadinho. Eu a vi botar um na boca e estender a embalagem para a filha. Rose pegou um e depois passou o refrigerante para a mãe dar um gole. Tudo sem palavras, tão natural, uma harmonia construída havia muito tempo. Uma cena simples, sem importância, mas que me acompanhou até em casa." 


Minha Opinião

Obviamente, não poderia deixar de falar dos personagens secundários. Se tivesse que escolher um favorito, seria Eric! Fala sério, não tem como não gostar dele! E se tivesse que escolher um que odiei, cá entre nós - para quem já leu o livro - seria o Ames! ARGH!!! COMO EU ODIEI ESSE CARA!!!

Bem, esse foi o primeiro livro da Sarah Dessen que li, e como já disse, não me arrependi da lido o livro, ao contrário, fiquei com raiva por não ter dado uma chance antes a autora. Gostei muito de Os Bons Segredos, é uma leitura com uma escrita simples, mas que te prende do inicio ao fim - pelo menos foi assim comigo - e com personagens que te cativam, personagens tão reais que chega a assustar! 

Assisti o vídeo resenha desse livro feito pelo Allison, do canal Allison7Potter, e tenho que dizer que concordo com tudo que ele disse! Esse livro é um daqueles que você não dá nada, não espera grande coisa, mas que no final te surpreende demais! 

Adorei a mensagem que o livro trouxe, a de que pais precisam enxergar os filhos, não importa de qual forma eles sejam. Todos precisam ser vistos e ser reconhecidos pelo que são. E era isso que Sydney queria.

Senti muita pena de Syd durante o livro, pois só ela parecia carregar a culpa pelo acontecido ao David. No final, porém, acabamos descobrindo que nem tudo é como pensamos - ou no caso, como a Sydney pensava.

Enfim, gostei demais dessa leitura e super recomendo a todos que se interessarem! É um livro de leitura rápida, com uma escrita maravilhosa, com personagens incríveis..

Okay, okay rsrs.. 

Acho que é só por hoje pessoal, espero que tenham gostado da resenha, e até breve! ;)

NOTA: 5 estrelas

Resenha: Meu Romeu, de Leisa Rayven

OLHA EU DE NOVOOO!! 

Duas vezes seguidas nessa semana, hein?

Dessa vez é uma resenha, e de um New Adult que eu gostei demais e, nossa, terminei agorinha mesmo! :)

Autora: Leisa Rayven
Páginas: 407
Editora: Globo Livros
Gênero: New Adult


Sinopse: Cassie está prestes a realizar o grande sonho: estrelar um espetáculo na Broadway. O que ela não esperava era ter que enfrentar o reencontro com o ex-namorado, que será novamente protagonista ao seu lado, em uma peça cheia de romance e cenas quentes. Trabalhar com Ethan traz o passado à tona, e lembra a Cassie que o que existe entre eles vai muito além de simples química.


Em Meu Romeu, Cassie está tentando seguir sua vida quando a volta de seu ex namorado para estrelar um espetáculo da Broadway a atinge com grande choque e dor. E ressentimento. Faz três anos desde que Cassie e Ethan se viram. Por causa dele, claro. Nosso bad boy a abandonou e quebrou se coração de uma maneira que Cassie nunca poderá esquecer, ou perdoar. Hmm -_-

Mas calma aí, vamos entender melhor todo esse relacionamento conturbado..

Cassie desde sempre se esforçou para ser quem seus pais e as pessoas ao seu redor esperavam dela, e ela sempre conseguiu ser boa nisso. Talvez por isso - como ela mesma afirma - que a tenha feito se apaixonar pelo teatro. Quando termina o ensino médio, Cassie sabe que irá por esse caminho - apesar das opiniões um tanto negativa de seus pais - é quando embarca para Nova York, rumo de uma faculdade de artes super prestigiada, chamada Grove. E é nos testes para entrar na faculdade que Cassie conhece Ethan Holt

Ethan, obviamente, é aquele típico cara lindo e estonteando de todos os NY que estamos acostumados. Moreno, olhos azuis cristalinos, cabelo preto, corpo perfeita.. Sabe, aquela coisa bem simples que encontramos todos os dias por aí, não é mesmo? HAHA

E, é óbvio também, que eles acabam por se aproximar durante os testes. Ethan está tentando a três anos entrar para Grove; e como ele só pode fazer os testes três vezes, essa é a sua última chance.Mas não pensem que ele é um péssimo ator, não mesmo, logo Cassie e outros ali percebem o quanto ele é bom, porém; a professora que aplica os testes, Erika, sempre viu nele uma dificuldade de se aproximar de outros atores e por isso nunca o deixou entrar. Mas mas mas.. Cassie acaba fazendo um desses testes onde Ethan teria que se 'entregar' ao parceiro de dupla, e esse era o teste que ele mais temia, porém Cassie - ou melhor, a química entre os dois - o ajuda e ele finalmente consegue entrar na faculdade.


E é no meio dessa narrativa, entre o passado e o presente, vamos vendo o começo do relacionamento deles, que como sabemos, pela visão do presente, não terminou nada bem.

"De olhos fechados, penso em todas as formas como ele me magoou. Suas razões idiotas. Suas desculpas esfarrapadas. A amargura toma conta de mim, e suspiro, aliviada. É desse isolamento que preciso. Traz à tona minha raiva. Me envolvo com ela como ferro e me consolo com o fervor da agressividade."

Pois é, pois é.. Nosso querido Ethan foi bem cuzão com ela, como ela mesma diz.

Vocês devem estar aí se perguntado por quê o nome do livro é Meu Romeu, não é mesmo? Pois bem, tem uma razão. Na faculdade, conforme os dois foram se conhecendo e a atração entre eles só crescendo - apesar dos esforços de Ethan de manter Cassie afastada - os dois acabam por serem escolhidos como Romeu e Julieta na peça que valia metade da nota do semestre. Mesmo Ethan odiando Romeu, teve que se render e se aproximar mais ainda de Cassie nos ensaios. Ensaios esses, que, nossa, teve bastante pegação entre eles. Aaa, esqueci de mencionar que Cassie é virgem? E que está doida para se atracar com Ethan e fazer todas as coisas mais pervertidas? HAHA


"Tá, então vamos mesmo fazer isso. Uma cena de sexo. Entre uma virgem e um cara que odeia desejá-la. Deve ser divertido."

"Não sei o que pensei que seria tocar Holt de um jeito mais íntimo, mas não tinha me dado conta de que me deixaria tão... satisfeita. Ver sua reação ao meu toque, escutar os grunhidos que ele solta por minha causa, é mesmo a coisa mais erótica que já vivenciei. E quando ele cochicha urgentemente que vai gozar, sinto como se tivesse acabado de dividir o átomo ou inventado a roda. Superpoderosa e sábia."
Claro, o que seria de um New Adult sem suas cenas quentes, né?

Minha Opinião

Tenho que dizer que a narração de Cassie foi uma das mais engraçadas que já li, ela é muito hilária gente, e tenho certeza de como eu, vocês vão rir muito! Cassie foi uma personagem que me impressionou muito, pois mesmo sem experiência em relacionamentos, ela se comportou de uma maneira, bem, nada esperada de uma garota que nunca teve um namorado! rsrs

Nesse livro o mais diferente foi que o inseguro da história é o Ethan, que como descobrimos, mais para frente, tem uns bons motivos para ter se tornado tão, digamos, cínico, para o amor. 

Os personagens secundários também foram bem construídos nesse livro, como a irmã de Ethan, Elissa e bem, vários outros.

Como já disse antes, o livro se passa entre o passado - quando eles se conheceram na faculdade - e no presente. O que para mim foi ótimo, pois assim podemos ver o começo da história deles, as provocações entre os dois.. As brigas rsrs. 

Foi um livro muito bom que eu super recomendo a vocês, para quem gosta de um New Adult super hot, taí uma ótima opção! ;)

E para quem não sabe, tem uma continuação. chamada, adivinhem? Minha Julieta, que estou super ansiosa para ler!


Enfim pessoal, espero que tenham gostado da resenha! Um super beijo a todos e até a próxima! 

Nota: 4 estrelas 

Confira meu skoob aqui.

Resenha: À Flor da Pele, de Helena Hunting

Oi pessoal! 

Tudo bom? Enfim, hoje eu acordei pensando que eu TINHA que postar alguma coisa no blog, mesmo não tendo livros novos, - só continuações e finalizações de trilogias - mas aí pensei: tem vários livros que li esse ano, e que não postei resenha no blog - por pura preguiça, admito! - e escolhi um desses vários livros para resenhar para vocês hoje.




Autora: Helena Hunting
Páginas: 336
Editora: Suma
Gênero: New Adult

Sinopse: À Flor Da Pele - Tudo na tímida Tenley Page intriga o tatuador Hayden Stryker de um modo que ninguém jamais conseguiu: do cabelo longo e esvoaçante com aroma de baunilha até a curva suave do quadril... E o interesse dele só aumenta quando ela pede que ele tatue um desenho incomum em suas costas.
Com seu jeito durão, Hayden é tudo que Tenley nunca se atreveu a desejar. A química entre os dois é instantânea e desperta nela o desejo de explorar o corpo escultural que há por baixo de tantas tatuagens. Traumatizada por um passado trágico, Tenley vê em Hayden a chance de um recomeço. No entanto, o que ela não sabe é que ele também tem segredos que o impedem de manter um relacionamento por muito tempo.
Quando os dois mergulham em uma relação excitante e enfim passam a confiar um no outro, lembranças e problemas batem à porta — e talvez nem mesmo a paixão entre eles seja capaz de fazê-los superar seus traumas.


Tenley Page estava tentando fugir de seu passado e recomeçar quando se mudou para Chicago, além de fazer seu mestrado, e começou a trabalhar em um sebo/antiquário. E bem, sua chefe e dona do sebo é tia do nosso "badboy" tatuado, Hayden Stryker.

Eles se conhecem justamente pelo fato de Tenley trabalhar para a tia de Hayden, Cassie, e também por Hayden trabalhar em seu estúdio de tatuagens do outro lado da rua. Tenley é uma jovem tímida e reservada, mas não consegue resistir aos encantos de Hayden. A atração entre eles é forte e se mostra logo de cara.

De primeiro momento, Tenley é muito arredia com Hayden, sabe como os dois são diferentes, e por causa de seu passado, tem medo de se envolver com alguém novamente. 


"Hayden era o oposto de todos que eu já tinha conhecido. Ele desafiava convenções em todos os sentidos, e isso aumentava minha queda por ele. Não tinha apenas beleza extraordinário, mas também era inteligente e intenso. ( ... ) assim como eu, ele era fechado; as tatuagens formavam paredes em torno dele. Eu sabia tudo sobre paredes, havia construído as minhas próprias."

Com Hayden é o contrário, ele se vê fascinado pela garota que trabalha no antiquário/sebo de sua tia, e quer saber mais sobre essa menina que chamou tanto sua atenção. Mas é claro, tem toda a questão do passado de Tenley. Ela até toma medicamentos devido a esse 'acontecimento'. Tenley tem cicatrizes, tanto físicas como emocionais.

Mas um fato que os vai aproximar mais ainda é que, Tenley está decidida a fazer uma tatuagem, - não uma tatuagem normal, uma grande, que representa para Tenley uma purificação de seu passado - e nossa, adivinhem que irá se oferecer como tatuador? Claro, nosso querido Hayden.


" - Qualquer tipo de alteração, seja para modificar as características físicas, como a cirurgia plástica, ou para decorar, como piercings e tatuagem, causa algum tipo de desconforto. Mas essa é a intenção, não é? É catártico porque é a promessa de mudança, de um jeito ou de outro. "

E como não poderia ser diferente, Hayden também tem um passado conturbado, de escolhas erradas e um trauma do qual nunca se esquecerá.

" Quando se tratava de andar na linha, eu não tinha muita paciência. As pessoas se apegavam a códigos de conduta porque se preocupavam com o que os outros iriam pensar. Eu estava cagando e andando para isso. Na maioria das vezes."

Com o avanço de sua tatuagem os dois se envolvem em uma relação intensa, e a famosa questão fica é: será a relação deles forte o suficiente para superar o passado?



Minha Opinião


Á Flor da Pele é um New Adult muito bom e que eu recomendo a todos que gostam desse gênero como eu.

O livro tem uma história de superação incrível! O passado de Tenley é realmente muito complicado, e de Hayden também, ou seja, os dois tem muito em comum, e juntos podem dar muito certo, ou muito errado.E mais, o livro é narrado entre os dois personagens, o que é ótimo, pois assim podemos sentir a emoção e os sentimentos de cada um.

Enfim, é uma leitura forte, emocionante e apaixonante.


Quem ainda não leu, por favor, dê uma chance! :)



NOTA: 4 estrelas

Resenha: A Verdade Sobre Nós, de Amanda Grace

Olá pessoal! Essas últimas semanas foram corridas, e acabei não dando muita atenção ao blog, não é mesmo? Pois bem, hoje volto aqui com mais uma resenha, de um dos lidos desse mês, que eu gostei bastante! :)

Estou falando de A Verdade Sobre Nós, de Amanda Grace.

Autora: Amanda Grace
Páginas: 208
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance

Sinopse: Madelyn Hawkins está cansada. Cansada de ser sempre perfeita. Cansada de tirar A em tudo. Cansada de seguir à risca os planos que os pais fizeram para ela. Madelyn Hawkins está cansada de ser algo que não é, algo que não quer ser. E então ela conhece Bennet Cartwright. Inteligente, sensível, engraçado. A seu lado, ela se sente livre e independente. Uma história que poderia muito bem ter um final feliz, não fosse por um detalhe: Maddie tem apenas 16 anos, e Bennet, além de ter 25 anos, é seu professor. Pressionada pelos pais a participar de um programa para jovens talentos, Maddie pula dois anos do Ensino Médio e vai direto para a faculdade, onde conhece e se apaixona pelo professor de biologia. O sentimento é recíproco, e para dar uma chance àquele novo relacionamento que lhe faz tão bem, ela decide não contar para Bennet sua idade. Não demora muito para que as coisas comecem a dar errado, e as consequências da farsa de Maddie ganham contornos devastadores quando a verdade vem à tona.

Nesse livro acompanhamos a história complicada de Madelyn e Bennet. Madelyn sempre foi uma garota super inteligente na escola, graças a imposição de seu pai, pois sempre disse que ela deveria tomar um único caminho, o caminho certo. Aquele em que nada poderia dar errado, como tinha acontecido com ele. E por ter sido sempre um destaque na escola, em seu último ano do ensino médio, Maddie acaba por ingressar no Running Start, um curso para alunos avançados, em uma faculdade comunitária da cidade. Lá ela conhece seu professor de Biologia, o nosso querido Bennet Cartwright


Maddie fica encantada por ele logo de cara, mais pensa que ele nunca a notaria. Então, por um acaso do destino talvez; quando Maddie sai para fazer uma caminhada no fim de semana, encontra Bennet, e aí uma amizade entre os dois começa, mas que acabará se tornando um romance. 




Porém, é claro, existe um fator muito importante entre os dois. A idade. Madelyn tem dezesseis anos, enquanto Bennet tem vinte e seis. Dez anos de diferença separam os dois. 


"Na verdade, só dois importavam. A diferença entre dezesseis e dezoito. A diferença entre o amor que pode durar uma vida e o amor que nunca pode acontecer."

E outro fato mais importante ainda, é que Bennet não sabe sobre a idade de Maddie, sempre pensou que ela tinha dezoito anos, por já estar na faculdade. E Maddie, por estar tão apaixonada por ele e encantada, esconde esse segredo pois tem certeza que Bennet nunca ficaria com ela se contasse. Mas mesmo assim, conforme os dois se aproximam cada vez mais, Bennet sabe que não pode se envolver com sua aluna, por isso diz a Maddie para esperarem até treze de dezembro, o dia em que o semestre acabará e o dia em que eles finalmente poderão ficar juntos.

Madelyn sempre teve sua vida planejada, nunca fez nada impensado, nada errado, nada fora dos padrões que os pais esperavam dela. Por isso, quando encontra Bennet, resolve esquecer as regras e só seguir seu coração.


"É difícil decidir o que ser quando você só se destaca naquilo que não quer ser. Essa era minha vida. Em preto e branco. E eu desejava cor."



Minha Opinião

O livro é narrado de uma forma diferente, em cartas. Cartas que Maddie escreve para Bennet, contando a verdadeira história sobre eles.. De uma forma que, logo no inicio, dá para perceber que o relacionamento deles terminou de forma nada feliz.

O que eu mais gostei no livro é que ele é bem realista. Mostra a verdade nua e crua sobre um romance que realmente não daria certo nessas circunstâncias. Mas é claro que isso não nos faz sofrer menos junto de Madelyn.

Além do fato do livro ser curtinho, com somente pouco mais de duzentas páginas, ter uma narrativa super fluída, também tivemos outros focos, como a relação entre Madelyn e seus pais. Pais que sempre cobraram muito dela, devo acrescentar. Por isso Madelyn ainda terá que sofrer para impor suas vontades e desejos a seus pais.

Bennet.. Bom, gostei muito dele, apesar de toda a paixão que sentia por Maddie não deixou sua responsabilidade de professor de lado e bem, toda vez que ela mentia sobre algo de si, eu ficava pensando "Não! Não minta! Não faça isso com ele!"..

Terminei a leitura satisfeita com o final. Apesar de sentir muita pena pelos dois, pelo romance, esse livro também tem toda uma questão de sobreviver a uma grande paixão, a aprender amadurecer, que eu apreciei bastante.


Recomendo muito a leitura desse livro para quem gosta de romances como eu! ;)



Nota: 4 estrelas

Resenha: O Sol é para todos, de Harper Lee

Olá! Mais uma resenha pessoal.. Eu sei, tá ficando chato isso, né? Sempre resenhas – preciso diversificar – mas não dava, realmente não dava, para ficar sem falar sobre esse livro.


Autora: Harper Lee
Páginas: 315
Editora: Abril
Gênero: Romance 

O Sol é para todos – do original To Kill a Mockingbird –  nos leva a vida de Scout – ou melhor, Jean Louise Finch – , uma menina de 6 anos, que vive em Maycomb County, no sul do Alabama. Um lugar onde todos se conhecem, e sabem tudo da vida uns dos outros. O livro é divido em duas partes, e na primeira parte do livro vemos mais sobre a infância de Scout com seu irmão mais velho, Jem. E claro, com seu amigo Dill.  E tenho que dizer, o que mais gostei, sem dúvida, foi a “implicância”, digamos, de Scout com seu vizinho um tanto misterioso, Boo Radley rsrs – que acabar por se tornar alguém muito importante durante a história.

E bom, o pai de Scout é advogado. E um advogado bem respeitado na cidadezinha, porém, acaba recebendo um caso bem complicado.  Um caso sobre estrupo. Um estrupo de uma mulher branca, vítima de um “preto”.


Cena de Scout com o pai, Atticus.

Harper Lee trata sim, de vários assuntos nesse seu “filho único”, e um deles é o preconceito, o racismo. Lembrando a todos, que o Alabama era um dos estados mais racistas dos Estados Unidos – naquela época, nos anos 30 – e com esse caso em suas costas, e sendo um homem respeitável e honesto, Atticus Finch sabe – e nós acabamos por saber também – que Tom Robinson não tinha como ter violentada a moça. Mas, é claro, que por ser a defesa de um homem “preto” a vida de Atticus e seus filhos fica um tanto complicada.

Ao longo da segunda parte do livro vamos vendo a luta de Atticus para provar que Tom é inocente. E aí, vemos o que acontece quando um inocente se depara com pessoas más. Temos o julgamento e o desenrolar do caso de Tom.


 
Cena do julgamento de Tom Robinson..

O livro também teve uma adaptação em 1962, com os atores Gregory Peck como nosso incrível advogado Atticus, Mary Badham como Scout  e Phillip Alford como Jem. Queria muito ler o livro antes de assistir o filme, por isso ainda não assisti - ainda! ;)

Minha Opinião

O que mais me deixou fascinada enquanto lia, foi a narração e escrita da autora. O livro é narrado em primeira pessoa pela Scout, e ter a visão de uma criança em meio a tudo o que se desenrolava foi incrível. O livro se passa em um período de três anos, Scout começa a narrar com seis anos e termina nove anos. Nesse tempo, vamos vendo sua revolta para com tudo que está acontecendo, tanto com o seu pai, que sofre represálias por estar defendendo Tom – Atticus chega a quase ser linchado pelos moradores – tanto com Tom.

E também, as crianças acabam percebendo a maldade em sua comunidade, e não entendem porque as pessoas agem dessa forma.

“As barbaridades sempre aconteceram, sempre irão acontecer – e só as crianças parecem chorar com isso”   Atticus Finch

O livro foi eleito pelo Librarian Journal como o mais importante do século XX. E além disso, O Sol é para todos é leitura obrigatória nas escolas dos Estados Unidos.

É um livro... Maravilhoso. Simples e perfeito. Não sei mais o que deveria falar sobre esse livro sem dar spoilers.

Amei o livro de paixão, adorei todos os personagens, cada um ou te cativa de uma forma, ou te faz realmente odiá-lo – porque as pessoas nessa cidadezinha são bem assim, ou você gosta de alguém, ou o odeia.

QUOTES

“Quando crescer, todos os dias você verá brancos ludibriando negros, mas deixe-me dizer uma coisa, e nunca se esqueça disso: sempre que um branco trata um negro desta forma, não importa quem seja ele, o seu grau de riqueza ou a linhagem de sua família, esse homem branco é lixo.”

“Pela própria natureza da profissão, todo advogado enfrenta pelo menos uma vez na vida um caso que o afeta pessoalmente.”

“Antes de poder viver com os outros, eu tenho de viver comigo mesmo. A consciência de um indivíduo não deve subordinar-se à lei da maioria.”

“Deus significa amar aos outros como a gente ama a gente.”

“Só existe um tipo de gente: gente.”

Nota: 5 estrelas\Favoritado

Resenha: Eleanor & Park, de Rainbow Rowell

Terminei Eleanor & Park a poucos minutos, e tive que escrever a resenha AGORA, enquanto minha cabeça ainda fervilha sobre O QUE foi esse livro.


Autora: Rainbow Rowell
Páginas: 328
Editora: Novo Século
Gênero: YA\Young Adult

Sinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Então.. Vou começar a resenha falando sobre nossos personagens principais. Eleanor é uma garota bem diferente para os padrões. Ela é ruiva, se veste "estranho", com bandanas nos braços e gravatas na cabeça.. e além de tudo é "grande" - na verdade, no livro ela é descrita como gorda, mas para mim, ela era linda. Acho que no livro tinha muito de "distorção de imagem" enfim.. - ela é a garota nova na escola, acabou de chegar na cidade, e no primeiro dia, a caminho da escola nova, ela conhece Park

Park é um descendente de coreano, ele é o único oriental da sua cidade, e podemos dizer que Park não é um "popular" mas também não é um loser. No ônibus escolar, todos tem seus lugares definidos no primeiro dia de aula, e já que Eleanor é uma aluna nova, fica perdida no meio do ônibus, mas Park é sortudo, tem um banco inteiro só para si. E.. não, não é aquela história de amor à primeira vista, onde o cara se encanta pela garota e blá blá blá..

Na verdade, a primeira impressão de Park sobre Eleanor é bem maldosa.  Ele acha ela um espantalho triste - rsrs  - pois é, Park não gosta de Eleanor, acha ela esquisita, e também pensa que não pegaria bem ficar perto dela, mas, como ele é o único que tem um lugar livre, acaba deixando ela se sentar. 


Park não fala com ela, tenta se manter longe. Eleanor também.

Mas depois de algumas semanas se sentando juntos, Park acaba percebendo que Eleanor fica lendo seus gibis pelo canto do olho.

Até que um dia, antes de Eleanor ir embora, ele a empresta um de seus gibis.

Isso fica se repetindo por um tempo, até que eles acabam virando amigos, conversam, e dessa amizade, um amor surgi.

E tenho que dizer, esse livro foi um dos mais fofos que já li <3



Agora.. Falando um pouco sobre a vida deles.. Eleanor vem de uma família bem desestabilizada, ela ficou um ano sem ver seus irmãos e sua mãe, tudo por causa do seu padrasto - que é um babaca total - e sua família é bem pobre, o que acaba por se nos deixar aflitos - tem uma cena que Eleanor pondera pedir a sua orientadora uma escola de dentes. :\

Já Park, ele vem de uma família "normal", estabilizada.  

O relacionamento deles vai se desenvolvendo de uma forma tão bonita, que tenho quase certeza de nunca ter lido nada assim antes.

O livro fala sobre o primeiro amor, sobre aquele frio na barriga que sentimos em só pegar na mão da pessoa..  

Porém, por causa de sua família problemática, Eleanor acaba tendo que esconder seu relacionamento com Park. O que vai se tornar um problema.

O livro aborda vários temas, quais como bullying, racismo, violência doméstica - a violência doméstica nesse livro, na minha opinião, foi totalmente mal explicada - e etc..

Ah, é claro, já ia me esquecendo, o livro se passa em 1986, então há várias referencias de bandas também, como The Beatles, The Smiths.. E também de gibis, como Watchmen, X-men..   


Minha Opinião

Infelizmente, Eleanor & Park acabou não sendo 5 estrelas. O livro estava perfeito, até que certas coisas aconteceram, do meio pro final, e acabei tendo que tirar uma estrelinha do livro.

Não vou dizer o que me fez tirar essa estrela do livro, - óbvio - mas foi uma coisa que me deixou totalmente irritada e confusa, não entendi a Eleanor, sinceramente.

Até agora estou tentando pensar, tentando pensar em uma única razão..

De qualquer jeito, apesar dos grandes pesares, - porque há vários - Eleanor & Park é um livro que eu recomendo, um livro que eu adorei, e vou guardar os personagens para sempre em minha memória.


Não posso falar mais sem dar grandes spoilers, por isso, a resenha terminará aqui.


Até a próxima!


Nota: 4 estrelas

Resenha: A Desconstrução de Mara Dyer, de Michelle Hodkin

Oi leitores! Quem já me segue no twitter ( @littlebookown ) viu que eu já tinha terminado A Desconstrução de Mara Dyer e iria fazer resenha ainda essa semana, e cá estou eu!

Então... Vamos lá! 

Autora : Michelle Hodkin
Páginas : 378
Editora : Galera Records

Sinopse : Um grupo de amigos... Uma tábua ouija... Um presságio de morte. Mara Dyer não estava interessada em mensagens do além. Mas para não estragar a diversão da melhor amiga justo em seu aniversário ela decide embarcar na brincadeira. Apenas para receber um recado de sangue. Parecia uma simples piada de mau gosto... até que todos os presentes com exceção de Mara morrem no desabamento de um velho sanatório abandonado. O que o grupo estaria fazendo em um prédio condenado? A resposta parece estar perdida na mente perturbada de Mara. Mas depois de sobreviver à traumática experiência é natural que a menina se proteja com uma amnésia seletiva. Afinal, ela perdeu a melhor amiga, o namorado e a irmã do rapaz. Para ajudá-la a superar o trauma a família decide mudar para uma nova cidade, um novo começo. Todos estão empenhados em esquecer. E Mara só quer lembrar. Ainda mais com as alucinações - ou seriam premonições? - Os corpois e o véu entre realidade, pesadelo e sanidade se esgarçando dia a dia. Ela precisa entender o que houve para ter uma chance de impedir a loucura de tomá-la....

Com essa sinopse incrível e com essa capa o livro já me pegou! Mas calma, vou me expressar sobre isso daqui a pouco... Primeiro vamos ao enredo!

Mara está com sua melhor amiga Rachel e Claire - uma intrometida na amizade das duas - e as três estão brincando com uma tábua de Ouija - que medo! - bom, ai já dá para perceber que alguma coisa não ia dar certo. Quando elas fazem uma pergunta e a tábua dá uma resposta muito estranha, Mara decidi sair fora daquilo.

Logo no final do primeiro capítulo - isso não é um spoiler - todos morreram - incluindo o Jude, irmão de Claire e namorado de Mara.

Exceto Mara, claro.


Rachel, Claire e Jude morreram em um desabamento de um antigo hospital da cidade. Mara estava com eles, mas milagrosamente sobreviveu. 

Assim que acorda no hospital, Mara simplesmente não se lembra de nada do que aconteceu na noite do acidente. Sua família, para tentar amenizar seu sofrimento pela perda de sua melhor amiga, decidem se mudar, vão para Miami, na Flórida.

Lá ela começa a ter alucinações, vendo Jude em sua nova escola, Claire atrás de si em um espelho... é, o livro tem esse quê de terror - o que eu adorei! ;) 

“A garota no espelho sorriu. Mas ela não era eu.”



Na nova escola Mara irá conhecer o badboy com reputação de pegador, Noah Shaw. No começo Mara não quer se aproximar dele com medo de acabar gostando dele, mas é inevitável, claro. Eles começam uma amizade e logo se transforma em um romance.

Com as alucinações de Mara, nós leitores ficamos preso nessa linha tênue sem saber se ela está enlouquecendo, ou prevendo alguma coisa, ou se é tudo real... É muito louco isso tudo.

E só nos faz ficar ainda mais vidrado no livro!

Os capítulos são curtos - o que ajuda a ler muito rápido - e o livro é narrado em 1º pessoa - graças á deus.

E aquele final? OMG.. Estou muito feliz por já ter a continuação A evolução de Mara Dyer, por quê quem não tem vai ficar doidinho! Tem uma reviravolta enorme, vocês não tem noção!

E a capa maravilhosa? Perfeita, com certeza entrou na minha lista de capas preferidas! 

E o livro também, é claro! 



Minha Opinião

O livro é muito profundo e os personagens são muito bem construídos. Amei os irmãos da Mara - Joseph e Daniel - apesar de serem secundários eles tem uma participação muito boa no livro.

E o Noah? Ele é tipo de personagem que nos faz apaixonar na primeira aparição! 

A Mara é uma personagem muito forte, mesmo com todos esses problemas ela quer ficar melhor para sua família e Noah. E o romance dos dois é tão bonitinho! Noah também tem um 'problema' e fará de tudo para ajudar Mara e desvendar tudo que está acontecendo na vida deles...

O que mais posso dizer? Recomendo muito o livro para quem gosta desse gênero.. YA com um toque de sobrenatural!

#FAVORITADO

Nota : 5 estrelas
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